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Oncoguia apoia ABHH em consulta sobre testes de leucemia

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 14/08/2019 - Data de atualização: 14/08/2019


O que houve?

No último dia 12/08, o Instituto Oncoguia enviou suas contribuições para o Ministério da Saúde, referente à Consulta Pública MS-SCTIE nº 38/19 que coletou contribuições da sociedade relativa à proposta de incorporação dos testes Reação em cadeia da polimerase - Transcriptase reversa qualitativa (RT-PCR) e quantitativa (RT-qPCR) e Hibridização in situ (ISH) para o diagnóstico e monitoramento da Leucemia Mieloide Crônica (LMC) e da Leucemia Linfoblástica Aguda cromossoma Philadelphia positivo (LLA Ph+), apresentada pela Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde - SCTIE/MS.

O Oncoguia ratificou o posicionamento da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular, referência nacional no tema escopo da presente Consulta Pública, entendendo pela adequabilidade da concordância à recomendação preliminar, bem como das informações referente às evidências clínicas apresentadas.

Confira abaixo a íntegra da contribuição:

“O Instituto Oncoguia ratifica o posicionamento da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH), referência nacional no tema escopo da presente Consulta Pública, apoiando a incorporação dos exames sob análise, pois contribuirão para o monitoramento adequado da LMC no Brasil. O exame de RT-PCR qualitativo é fundamental ao diagnóstico, para se avaliar o tipo de transcrito BCR-ABL que o paciente possui. Este será monitorado posteriormente através do RT-PCR quantitativo (RQ-PCR). A European Leukemia Net (ELN), o NCCN e as diretrizes brasileiras (PCDT) recomendam o teste de RQ-PCR a cada 3 meses até obtenção de resposta molecular maior confirmada e posteriormente a cada 3-6 meses enquanto o paciente estiver mantendo essa resposta. O exame é importante para avaliar precocemente falha de tratamento, o que determinaria mudanças terapêuticas. No cenário atual do tratamento da LMC, permite também detectar os casos com resposta molecular profunda (RM4.5) sustentada que seriam candidato a suspender o tratamento. Estes casos devem ser monitorados rigorosamente após a suspensão. O exame de FISH por sua vez tem sua importância quando não há metáfases suficientes para serem analisadas no cariótipo convencional e quando se suspeita de algum transcrito BCR-ABL atípico.”

Tenha acesso aqui ao inteiro teor da contribuição.


E agora?

As contribuições serão analisadas pela CONITEC que posteriormente publicará relatório contendo sua recomendação final. 



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