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Macroglobulinemia de Waldenstrom


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Novidades no Tratamento da Macroglobulinemia de Waldenstrom

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 14/07/2014 - Data de atualização: 13/11/2017


Muitas pesquisas sobre macroglobulinemia de Waldenstrom estão em desenvolvimento em diversos centros médicos no mundo inteiro, promovendo grandes avanços em prevenção, detecção precoce e tratamentos:

  • Genética

Os pesquisadores têm feito grandes progressos na compreensão de como as alterações no DNA podem tornar os linfócitos normais em células de linfoma.

Por exemplo, na maioria dos pacientes com macroglobulinemia de Waldenstrom, as células cancerígenas têm alterações no gene MYD88. Recentemente, em uma pequena porcentagem de células de macroglobulinemia de Waldenstrom foi encontrada alterações no gene CXCR4. As alterações nesses genes têm sido associadas a uma maior chance da macroglobulinemia de Waldenstrom causando sintomas e requerendo tratamento.

Atualmente, os pesquisadores estão buscando desenvolver novos medicamentos que tenham como alvo as células com essas alterações genéticas. Alguns desses medicamentos estão em testes em estudos clínicos.

  • Quimioterapia e Terapia Alvo

Os estudos clínicos estão avaliando novos medicamentos para tratar a macroglobulinemia de Waldenstrom, bem como maneiras de utilizar os existentes de forma eficaz, combinando-os em novas formas e administrando doses ou sequências diferentes.

Alguns dos mais novos medicamentos que se mostraram promissores contra a macroglobulinemia de Waldenstrom incluem:
  1. Inibidores de mTOR, como everolimus e temsirolimus.
  2. Inibidores de proteassoma, como bortezomib, carfilzomibe e oprozomibe.
  3. Inibidores de desacetilase histona, como panobinostate, romidepsin e belinostat.
  4. Inibidores da tirosinaquinase de Bruton, como ibrutinibe, ACP-196 e AVL-292.
  5. Inibidores de PI3K, como idelalisibe e buparlisibe.
  6. Inibidores da aurora-quinase, como alisertibe.

  • Terapia Biológica

Outra abordagem para o tratamento da macroglobulinemia de Waldenstrom é a utilização de modificadores da resposta biológica que estimulam o sistema imunológico do paciente para atacar e destruir as células de linfoma.

Por exemplo, recentemente, descobriu-se que os tecidos de suporte da medula óssea produzem interleucina-6 (IL-6), que é um importante fator de crescimento para as células do mieloma múltiplo. Alguns estudos atuais estão focados no desenvolvimento de formas para bloquear as funções da IL-6, o que pode levar a novos tratamentos contra a macroglobulinemia de Waldenstrom.

  • Transplante de Medula Óssea

Os pesquisadores estão melhorando continuamente os métodos de transplante de células tronco, bem como determinando o benefício desse tratamento para pacientes com macroglobulinemia de Waldenstrom.

  • Vacinas

Os pesquisadores sabem que é possível desenvolver respostas imunes para pacientes com câncer. Em casos raros, o sistema imunológico dos pacientes rejeita a doença e são curados. Os pesquisadores estão estudando formas de aumentar esta reação imunológica com o uso de vacinas.

Ao contrário das vacinas usadas para prevenir infecções, o propósito destas vacinas é criar uma reação imune contra as células de linfoma em pacientes que têm a doença de forma precoce ou cuja doença está em remissão, mas poderia recidivar. Esta é uma importante área de pesquisa no tratamento do linfoma, mas ainda está em fase de estudos clínicos.

Fonte: American Cancer Society (28/01/2015)

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