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Novidades no Tratamento dos Tumores Pituitários

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 21/01/2014 - Data de atualização: 04/06/2017


Muitas pesquisas sobre tumores pituitários estão em desenvolvimento em diversos centros médicos no mundo inteiro, promovendo grandes avanços em prevenção, detecção precoce e tratamentos.

Os pesquisadores têm agora um melhor entendimento da base genética dos tumores pituitários. Isso já está levando a melhorias nos testes genéticos para pacientes com suspeita de neoplasia endócrina múltipla, tipo 1 (MEN1) ou outras síndromes. Isto está ajudando a entender as características dos adenomas não funcionais e podem levar ao desenvolvimento de novos tratamentos para estes tumores.

Os exames de imagem, como ressonância magnética continuam se aprimorando, levando a uma melhor precisão na localização e determinação da extensão dos tumores novos e recidivas.

As técnicas cirúrgicas estão se aprimorando, permitindo aos médicos a retirada de tumores com menos complicações. As técnicas de radioterapia estão melhores, concentrando a radiação com mais precisão nos tumores e limitando o dano aos tecidos adjacentes normais.

Também estão sendo feitos progressos nos medicamentos utilizados para tratar os tumores pituitários e os efeitos colaterais de algumas outras formas de tratamento. Por exemplo, o hormônio do crescimento é agora produzido por tecnologia de DNA, e foi aprovado para o tratamento de adultos, que podem ter insuficiente hormônio do crescimento, após o tratamento de um tumor pituitário.

Os pesquisadores estão avaliando se a combinação de alguns medicamentos utilizados no tratamento dos tumores pituitários (em doses mais baixas) pode funcionar melhor do que usar apenas um único medicamento para alguns tipos de tumores. Eles também estão estudando alguns medicamentos mais recentes. Um exemplo é o lapatinib, que tem como alvo a proteína HER2, encontrada em grandes quantidades em algumas células de crescimento rápido (incluindo algumas células do tumor pituitário). Este medicamento já é usado no tratamento do câncer de mama, e atualmente está sendo estudado para uso contra tumores pituitários.

Outros medicamentos também estão sendo estudados em ensaios clínicos.

Fonte: American Cancer Society (17/12/2014)

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