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Novidades no Tratamento do Tumor de Wilms

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 21/01/2014 - Data de atualização: 26/09/2017


Muitas pesquisas sobre o tumor de Wilms estão em desenvolvimento em diversos centros médicos no mundo inteiro, promovendo grandes avanços em prevenção, detecção precoce e tratamentos:

  • Biologia dos Tumores de Wilms

Os pesquisadores continuam buscando como as alterações em determinados genes causam os tumores de Wilms. Diferentes genes parecem estar envolvidos, o que pode afetar a agressividade de certos tumores.

Os pesquisadores aprenderam a tratar os tumores de Wilms de forma mais eficaz, o que permite determinar quais as crianças podem ser poupadas de um tratamento mais intensivo. Eles também estão procurando formas de identificar crianças que possam precisar de um tratamento mais agressivo para ser curadas. Por exemplo, estudos recentes mostraram que os tumores de Wilms com alterações nos cromossomos 1 e 16 parecem ser mais propensos a recidivar. Os pesquisadores estão avaliando se as crianças com esses tumores podem se beneficiar com um tratamento mais intensivo.

Os pesquisadores também estão estudando as alterações moleculares que parecem ser a causa das células do tumor de Wilms crescerem e se disseminarem. Isto pode conduzir aos tratamentos alvo para corrigir ou superar estas alterações.

  • Tratamentos

Os pesquisadores continuam estudando maneiras de melhorar o tratamento de crianças com tumores de Wilms.

Estudos anteriores identificaram tratamentos que eram muito eficazes na cura de tumores de Wilms, com histologia favorável. Os protocolos clínicos atuais estão estudando maneiras de tratar esses cânceres com sucesso, reduzindo os efeitos colaterais, tanto quanto possível. Por exemplo, alguns estudos estão avaliando se as crianças com prognóstico favorável precisam de outros tratamentos além da cirurgia. Estudos recentes sugerem que, em alguns casos, a quimioterapia não precisa ser administrada de forma continuada.

Para as crianças com tumores de Wilms com histologia desfavorável, os pesquisadores estão avaliando a administração de tratamentos mais intensivos e mais eficazes. Outras drogas quimioterápicas como o topotecano e o irinotecano já estão sendo testadas.

Outros estudos estão avaliando a possibilidade de transplantes de medula óssea ou de células tronco que permitirá a administração de doses mais altas de quimioterapia do que o corpo normalmente poderia tolerar. Essa abordagem pode ajudar a tratar tumores que não estão respondendo aos tratamentos convencionais.

Conforme os pesquisadores compreendem as alterações genéticas nas células do tumor de Wilms, começam a desenvolver novos medicamentos com alvo nessas mudanças. As terapias alvo agem de forma diferente dos quimioterápicos convencionais e muitas vezes com efeitos colaterais diferentes e menos severos. As terapias alvo já se tornaram tratamentos padrão para alguns tipos de cânceres de adultos.

Como os tumores de Wilms com histologia favorável geralmente são curados com cirurgia e quimioterapia, e os tumores de Wilms com histologia desfavorável são raros, a maioria dos estudos sobre as terapias alvo, até o momento foram realizados em células cultivadas em laboratório ou em animais. Eventualmente, os pesquisadores esperam testar esses novos medicamentos em protocolos clínicos, para que possam ser utilizados no tratamento de crianças com tumores de Wilms de histologia desfavorável.

Fonte: American Cancer Society (16/02/2016)

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