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Linfoma Não Hodgkin em Crianças


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Novidades no Tratamento do Linfoma Não Hodgkin em Crianças

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 11/09/2013 - Data de atualização: 28/05/2017


Muitas pesquisas sobre linfomas estão em desenvolvimento em diversos centros médicos no mundo inteiro, promovendo grandes avanços em prevenção, detecção precoce e tratamentos:

  • Genética

Os pesquisadores têm feito grandes progressos na compreensão de como as mudanças no DNA dos linfócitos normais podem se tornar células de linfoma.

Compreender as alterações genéticas que ocorrem frequentemente no linfoma não Hodgkin proporciona um discernimento de como essas células podem crescer fora de controle, e por que elas não se desenvolvem em células normais e maduras. Esta informação está sendo utilizada no desenvolvimento de novos tratamento para o linfoma não Hodgkin em crianças.

Este progresso já levou ao desenvolvimento de exames altamente sensíveis para o diagnóstico e acompanhamento da doença. O exame de reação em cadeia da polimerase, por exemplo, pode identificar as células do linfoma não Hodgkin. Este exame é útil na determinação de como o linfoma pode ser completamente destruído pelo tratamento, e se uma recidiva ocorrerá se outro tratamento é administrado.

  • Protocolos Clínicos e Novos Tratamentos

Várias questões importantes já estão sendo estudadas em protocolos clínicos, incluindo:

  • Os linfomas não Hodgkin estágios I e II podem ser tratados com esquemas de quimioterapia menos intenso?
  • Qual é o melhor tempo de tratamento para cada tipo de linfoma não Hodgkin?
  • É possível se obter bons resultados com um tratamento menos intenso e possivelmente evitar alguns efeitos colaterais a longo prazo?
  • Os novos medicamentos quimioterápicos e as novas combinações podem melhorar as taxas de cura?
  • A segurança e a eficácia dos transplantes de medula óssea podem ser melhoradas?
  • Novos medicamentos alvo, como anticorpos monoclonais, podem ser associados aos tratamentos atuais para potencializá-los?

Fonte: American Cancer Society (27/01/2016)

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