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Novidades no tratamento do rabdomiossarcoma

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 24/07/2013 - Data de atualização: 05/05/2021


Muitas pesquisas sobre rabdomiossarcoma estão em desenvolvimento em diversos centros médicos no mundo inteiro, promovendo grandes avanços na classificação e nos tratamentos da doença. Confira alguns.

  • Classificação do rabdomiossarcoma

Novas técnicas moleculares ajudam a categorizar o rabdomiossarcoma e prever quais pacientes respondem melhor a determinados tratamentos. Por exemplo, em vez de olhar apenas as células cancerígenas sob um microscópio, os pesquisadores começaram a realizar testes genéticos especiais para classificar o rabdomiossarcoma.

Em cerca de 25% dos tipos de câncer que seriam classificados como rabdomiossarcoma alveolar, foram detectadas ausência de um gene típico (gene de fusão PAX/FOXO1) observada no rabdomiossarcoma embrionário. Esses cânceres parecem atuar mais como rabdomiossarcoma embrionário, que, geralmente, requer um tratamento menos intensivo do que os rabdomiossarcomas alveolares. Se essa conclusão for confirmada os pacientes com esses tipos de câncer poderão receber tratamentos menos agressivos com resultados mais eficazes.

  • Melhorias nos tratamentos padrões

Atualmente, um dos principais objetivos das pesquisas é tratar todos os pacientes de forma mais eficaz, reduzindo a exposição a tratamentos intensivos e a seus efeitos colaterais tanto quanto possível. Por exemplo, os pesquisadores estão avaliando se crianças com baixo risco de recidiva podem ser tratadas com sucesso sem a utilização de tratamentos potencialmente prejudiciais, como a radioterapia.

Como o organismo das crianças é muito sensível à radiação, os pesquisadores estão buscando novas formas de limitar as doses tanto quanto possível. As novas técnicas de radioterapia permitem a irradiação de um determinado volume alvo de forma mais precisa, limitando a dose que atinge os tecidos normais do corpo. Por exemplo, na radioterapia estereotáxica, o equipamento permite a administração da dose no volume tumoral a partir de diferentes ângulos.

A terapia de feixes de prótons utiliza uma abordagem semelhante à radioterapia convencional, só que em vez de raios X, são utilizados feixes de prótons. Ao contrário dos raios X que liberam energia durante seu trajeto, os prótons causam pouco dano aos tecidos que atravessam, liberando sua energia no órgão alvo. Os pesquisadores podem usar essa propriedade para limitar a radiação que atinge os tecidos normais do corpo. Esta nova abordagem é promissora, mas ainda não está claro se é melhor do que outras formas mais recentes de radioterapia.

Os pesquisadores estão estudando a adição de novos quimioterápicos, como irinotecano e temozolomida, para os esquemas de quimioterapia convencionais em pacientes com maior risco de recidiva.

Para os pacientes com maior risco de recidiva da doença, os pesquisadores estão procurando administrar a quimioterapia com mais frequência, ou seja, a cada duas semanas em vez de a cada três. Esse conceito é denominado compressão de intervalo, mas ainda não está claro se isso é mais eficaz do que administrar em intervalos padrão.

  • Novas terapias-alvo e imunoterapia

Medicamentos que têm como alvo partes específicas das células cancerígenas estão sendo estudados para uso em rabdomiossarcomas. Alguns desses medicamentos já estão sendo usados para tratar certos tipos de câncer em adultos.

Outras novas formas de tratar o rabdomiossarcoma também estão sendo estudadas. Por exemplo, alguns pesquisadores estão expondo as células dendríticas do sistema imunológico à proteína PAX/FOXO1 anormal, que é encontrada nas células do rabdomiossarcoma. A esperança é que essas células dendríticas façam como que o próprio sistema imunológico ataque essas células, independente do local no corpo que elas estejam.

Eventualmente, uma combinação dessas abordagens pode provar ser a melhor maneira de tratar o rabdomiossarcoma.

Texto originalmente publicado no site da American Cancer Society, em 16/07/2018, livremente traduzido e adaptado pela Equipe do Instituto Oncoguia.

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