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Novidades no Tratamento dos Tumores Ósseos

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 12/05/2013 - Data de atualização: 07/06/2018


Muitas pesquisas sobre os tumores ósseos, especialmente na área de tratamento, estão em desenvolvimento em diversos centros médicos no mundo inteiro.

  • Quimioterapia

Alguns ensaios clínicos estão avaliando novos medicamentos quimioterápicos. Os pesquisadores também estão estudando novas formas de uso para os medicamentos atuais. Por exemplo, estão avaliando se a adição do ácido zoledrônico ao cimento ósseo usado para preencher o espaço remanescente após a remoção do tumor de células gigantes pode diminuir a chance de recidiva.

Outra área de pesquisa são os efeitos colaterais a longo prazo da quimioterapia. Os tumores ósseos são alguns dos cânceres mais comuns em pessoas jovens, e os pesquisadores estão estudando como os medicamentos quimioterápicos usados podem afetar a forma como o cérebro se desenvolve e age conforme os pacientes envelhecem.

  • Terapia Alvo

A terapia alvo age de forma diferente dos quimioterápicos convencionais, atuando diretamente em determinados genes e proteínas das células cancerígenas.

Uma área de pesquisa sobre tumor ósseo primário está estudando as alterações genéticas nas células cancerígenas. Os pesquisadores estão usando os medicamentos existentes e desenvolvendo novas terapias alvo para essas mudanças genéticas, visando proporcionar novas e melhores formas de tratar esses tumores.

Por exemplo, os pesquisadores descobriram que alguns tumores de células gigantes com baixos níveis nos genes microRNA crescem e se disseminam mais rapidamente. Alterações no microRNA também foram encontradas no condrossarcoma. Exames que mostrem essas alterações no gene microRNA podem ser úteis no diagnóstico desses tumores. Encontrar medicamentos que tenham como alvo esses genes também pode ajudar a desenvolver um possível tratamento.

O nivolumab já é usado para tratar outros tipos de câncer. Atualmente, os pesquisadores estão avaliando a melhor dose a ser usada para o tumor ósseo primário e, também, se combiná-lo com outros tratamentos pode retardar o crescimento do tumor e aumentar a sobrevida de pacientes com sarcomas avançado.

O dasatinibe também é usado para tratar outros tipos de câncer. Estudos iniciais sugeriram que pode ajudar a tratar condrossarcomas, tanto isoladamente como combinados com quimioterapia. Os condrossarcomas raramente respondem à quimioterapia ou a radioterapia, de modo que as terapias alvo podem levar a novos tratamentos para esses tumores de difícil tratamento.

O denosumab é outra terapia alvo que está sendo avaliada para ver se pode ser útil no controle do tumor ósseo de células gigantes. Esse medicamento também se mostrou eficaz no controle da recidiva dos tumores de células gigantes após a cirurgia.

Em geral, os resultados dos estudos com terapia alvo ainda não são claros. Mais pesquisas ainda são necessárias nesta área, e muitos estudos clínicos estão em andamento.

  • Radioterapia

O tipo mais comum de radioterapia utilizado no tratamento do câncer são os feixes de raios X. A radioterapia com feixe de prótons usa partículas compostas de prótons, pequenas partículas de carga positiva que compõe os átomos.

Outra forma de radioterapia de partículas usadas para tratar cordomas e condrossarcomas e muito menos comum é a radioterapia com íons de carbono, mas só está disponível apenas em poucos centros no mundo todo.

  • Genética

Além dos ensaios clínicos, os pesquisadores estão fazendo progressos no entendimento sobre as causas dos tumores ósseos. Por exemplo, existem exames, como expressão gênica, que detectam alterações nos genes, que podem ser capazes de encontrar melhores maneiras de diagnosticar e tratar determinados tumores ósseos.

Os pesquisadores também estão avaliando as alterações no DNA que causam o tumor ósseo para desenvolver tratamentos que possam ser direcionados a esses defeitos genéticos.

Fonte: American Cancer Society (05/02/2018)

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