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Novidades no Tratamento do Câncer de Mama

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 04/10/2014 - Data de atualização: 22/06/2017


Muitas pesquisas sobre câncer de mama estão em desenvolvimento em diversos centros médicos no mundo inteiro, promovendo grandes avanços em prevenção, detecção precoce e tratamentos:

Causas do Câncer de Mama


Os estudos continuam mostrando fatores e hábitos do estilo de vida que alteram o risco de câncer de mama. A seguir alguns exemplos:

  • Estudos em andamento estão avaliando o efeito dos exercícios, ganho ou perda de peso e dieta no risco de câncer de mama.
  • Estudos sobre o melhor uso dos exames genéticos para mutações no BRCA1 e BRCA2 continuam em um ritmo rápido.
  • Os pesquisadores estão explorando como as variações dos genes podem afetar o risco de câncer de mama. Cada variante do gene tem apenas um efeito modesto no risco, mas quando somados podem potencialmente ter um grande impacto.
  • As possíveis causas ambientais do câncer de mama também têm recebido mais atenção nos últimos anos. Embora grande parte da ciência sobre o assunto ainda está em estágios iniciais, esta é uma área de pesquisa ativa.
  • Um grande estudo a longo prazo financiado pelo Instituto Nacional de Ciências da Saúde Ambiental (NIEHS) está sendo realizado para encontrar as causas do câncer de mama. Conhecido como "Sister Study”, conta com 50 mil mulheres com câncer de mama. Este estudo seguirá essas mulheres por pelo menos 10 anos e coletará informações sobre genes, estilo de vida e fatores ambientais que possam causar o câncer de mama. Em um ramo desse estudo está previsto examinar as possíveis causas do câncer de mama precoce.

Reduzindo o Risco do Câncer de Mama

Os pesquisadores continuam buscando medicamentos para reduzir o risco de câncer de mama, principalmente para mulheres de alto risco.

  • Os medicamentos para hormonioterapia geralmente são usados ​​para tratar o câncer de mama, mas alguns também podem ajudar na prevenção. Os medicamentos tamoxifeno e raloxifeno já estão aprovados para este propósito, embora a preocupação com os efeitos colaterais tenha limitado seu uso. Os inibidores de aromatase, como exemestano, anastrozol e letrozol, também estão sendo avaliados para reduzir o risco do câncer de mama.
  • Muitos outros medicamentos também estão sendo estudados como formas de reduzir o risco do câncer de mama.
  • Outros ensaios clínicos estão avaliando a redução do câncer de mama como um efeito involuntário dos medicamentos utilizados por outros motivos. Os medicamentos de interesse incluem bisfosfonatos, inibidores de COX-2, antiinflamatórios não esteroides e estatinas.
  • Os suplementos dietéticos também estão sendo estudados para verificar se podem reduzir o risco do câncer de mama. Estes incluem o ácido linoleico, folato, ácidos graxos ômega-3 e vitaminas B6 e D.

Entretanto, este tipo de pesquisa é demorado. Pode levar alguns anos até que resultados significativos com qualquer um desses compostos estejam disponíveis.

Gerenciando o Carcinoma Ductal In Situ


Em algumas mulheres, o carcinoma ductal in situ se transforma em câncer de mama invasivo e, às vezes, uma área do carcinoma ductal in situ contém um câncer invasivo. Em algumas mulheres, no entanto, as células podem permanecer localizadas dentro dos dutos. A incerteza sobre como a doença vai evoluir, torna difícil as pacientes tomarem decisões sobre o tratamento. Os pesquisadores estão procurando maneiras de ajudar nesses desafios.

Os pesquisadores estão avaliando novos métodos estatísticos para estimar as chances do carcinoma ductal in situ se tornar invasivo. Alguns desses métodos estão baseados em informações clínicas disponíveis rotineiramente sobre a paciente e seu diagnóstico, enquanto outros também incluem informações sobre alterações nos genes do tumor.

Outra área de pesquisa em debate entre os pesquisadores é se alterar o nome do carcinoma ductal in situ para algo que enfatize que este não é um câncer invasivo possa evitar o tratamento agressivo em algumas mulheres.

Exames de Laboratório


  • Exames para Células Tumorais Circulantes

Pesquisadores descobriram que em muitas mulheres com câncer de mama, as células do tumor podem entrar na corrente sanguínea. Estas células tumorais circulantes podem ser detectadas por meio de exames de laboratório sensíveis. Embora esses exames possam prever quais pacientes possam ter doença metastática, não está claro que seu uso possa indicar se a doença recidivará após o tratamento ou se aumentará a sobrevida da paciente.

  • Exames de Imagem Recentes

Novas técnicas de imagem estão sendo estudadas para avaliar as alterações mamárias provenientes do câncer de mama.

  • Cintilomamografia (Imagem Molecular da Mama)

Na cintilomamografia um marcador radioativo é injetado na veia e se liga às células do câncer de mama, sendo detectado por um equipamento especial.

Esta técnica é recente e ainda se encontra em estudos para avaliar sua eficácia para uso no diagnóstico de câncer de mama. Alguns pesquisadores acreditam que esta técnica será muito útil na identificação de áreas suspeitas encontradas nas mamografias regulares. A pesquisa atual visa melhorar a tecnologia e avaliar sua utilização em situações específicas, como em mamas densas de mulheres mais jovens.

Tratamento


  • Cirurgia Oncoplástica

A cirurgia conservadora da mama é muitas vezes usada para o câncer de mama em estágio inicial. Mas em algumas mulheres, isso pode resultar em mamas de tamanhos e formas diferentes. Para tumores maiores, ela pode até não ser possível, e a mastectomia pode ser realizada. Alguns médicos utilizam uma combinação de cirurgia oncológica com técnicas de cirurgia plástica, conhecida como cirurgia oncoplástica. Isto envolve a remodelação da mama, no momento da cirurgia conservadora inicial, como uma reconstrução parcial da mama após a cirurgia conservadora ou uma reconstrução completa após a mastectomia. A cirurgia oncoplástica pode envolver também uma cirurgia da outra mama para torná-las simétricas.

  • Terapia Alvo

As terapias alvo são um grupo de medicamentos que tem como alvo especificamente as alterações genéticas nas células que causam o causam o câncer. Novas terapias alvo estão sendo estudadas para uso contra o câncer de mama, incluindo:

Inibidores de PARP. Esses medicamentos são mais prováveis ​​de serem úteis contra os cânceres causados pelas mutações BRCA e se mostraram promissores no tratamento de alguns tipos de câncer de mama. Entretanto, estão sendo realizados mais estudos para determinar quando esses medicamentos podem ser mais úteis.

Medicamentos Antiangiogênese. Para que o câncer cresça, os vasos sanguíneos devem se desenvolver para nutrir as células cancerígenas. Este processo é chamado de angiogênese. O bloqueio da angiogênese pode ser útil no tratamento do câncer de mama. Vários medicamentos antiangiogênese estão sendo avaliados em ensaios clínicos.

Outras Terapias Alvo. Muitos outros alvos potenciais para novos medicamentos contra o câncer de mama foram identificados nos últimos anos. Medicamentos baseados nesses alvos estão sendo estudados, mas a maioria ainda em estágios iniciais dos estudos clínicos. Existe um interesse especial na pesquisa das terapias alvo para tratamento do câncer de mama triplo negativo.

  • Tratamentos para os Ossos

Quando o câncer de mama se dissemina, muitas vezes é para os ossos. Alguns medicamentos podem tratar e até prevenir a disseminação da doença aos ossos. Alguns estudos estão avaliando se algum desses medicamentos pode potencializar outros tratamentos contra o câncer.

  • Efeitos Colaterais do Tratamento

Os efeitos colaterais tardios e a longo prazo dos diferentes tipos de tratamento do câncer de mama são outra área de pesquisa ativa. Os estudos em andamento estão verificando quais são esses efeitos colaterais, bem como a melhor forma para gerenciá-los.

Fonte: American Cancer Society (18/08/2016)

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