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Novidades no Tratamento do Câncer de Esôfago

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 16/05/2015 - Data de atualização: 01/02/2018


Muitas pesquisas sobre câncer de esôfago estão em desenvolvimento em diversos centros médicos no mundo inteiro, promovendo grandes avanços em prevenção, detecção precoce e tratamentos:

  • Genética

Os pesquisadores descobriram que determinadas alterações genéticas são mais comuns em pessoas portadoras de esôfago de Barret. Isso pode levar ao desenvolvimento de novos exames para determinar quais pessoas são mais propensas a ter câncer de esôfago e esôfago de Barrett diagnosticando mais precocemente, de modo que estes problemas possam ser evitados. Compreender estas alterações pode levar ao desenvolvimento de novas terapias alvo que supere os efeitos desses genes anormais.

  • Rastreamento e Prevenção

A incidência de adenocarcinoma do esôfago aumentou drasticamente nas últimas décadas. Esforços estão sendo realizados para reduzir a obesidade, um fator de risco para esse tipo de câncer.

Os pesquisadores estão empenhados em determinar novos exames para entender e diagnosticar se pessoas com esôfago de Barrett são mais susceptíveis de desenvolver câncer de esôfago. Isto ajudará os médicos a definir quais pacientes precisam de acompanhamento intenso e quais podem ser acompanhados com menor frequência.

Os pesquisadores também estão procurando maneiras de ajudar a impedir que as células de Barrett se transformem em pré-câncer ou câncer. Medicamentos, como os inibidores da bomba de prótons e aspirina estão sendo avaliadas para esta finalidade.

  • Cirurgia

Os pesquisadores estão usando os exames de imagem mais recentes e outros exames para determinar quais pacientes são mais indicados a serem tratados cirurgicamente com esofagectomia, e quais não se beneficiariam desta cirurgia.

Os pesquisadores também estão aperfeiçoando constantemente as técnicas cirúrgicas para o tratamento do câncer de esôfago, com o objetivo de tornar essas cirurgias mais seguras e ajudar os pacientes a se recuperarem mais rapidamente.

  • Quimioterapia

Muitos estudos estão avaliando novas maneiras de combinar medicamentos já conhecidos contra o câncer de esôfago para melhorar a sua eficácia. Outros estudos estão testando as melhores maneiras de combinar a quimioterapia com a radioterapia.

Os pesquisadores também estão avaliando se podem determinar as proteínas das células do câncer de esôfago susceptíveis ou não, de responderem à quimioterapia. Isto é importante porque muitos pacientes fazem químio e radioterapia como parte de seu tratamento inicial, muitas vezes antes da cirurgia. Saber se a doença de determinado paciente é susceptível de responder à quimioterapia ajuda o médico a escolher a melhor opção terapêutica para esse paciente.

  • Imunoterapia

Uma parte importante do sistema imunológico é sua capacidade de atacar as células normais no corpo. Para fazer isso, ele usa pontos de controle - moléculas que precisam ser ativadas (ou desativadas) para iniciar uma resposta imunológica. As células cancerígenas usam esses pontos de controle para evitar a resposta do sistema imunológico.

Os medicamentos imunoterápicos conhecidos como inibidores do ponto de controle já utilizados em alguns outros tipos de câncer, estão, atualmente, sendo testados para o câncer de esôfago. Por exemplo, o pembrolizumabe que tem como alvo o PD-1, uma proteína das células T do sistema imunológico, normalmente ajuda a impedir que essas células ataquem outras células do corpo. O pembrolizumabe está aprovado para tratar alguns tipos de câncer avançado da junção gastroesofágica. Também está sendo estudado para o tratamento de câncer de esôfago avançado que não responde ao tratamento e não pode ser removido cirurgicamente. O nivolumabe, que também tem como alvo a PD-1, e muitos outros medicamentos imunoterápicos também estão sendo estudados para uso contra o câncer de esôfago.

Fonte: American Cancer Society (03/10/2017)

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