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Câncer de Pele Basocelular e Espinocelular


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Novidades no Tratamento do Câncer de Pele Basocelular e Espinocelular

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 07/09/2015 - Data de atualização: 26/03/2019


Pesquisas sobre câncer de pele basocelular e espinocelular estão em desenvolvimento em diversos centros médicos no mundo inteiro, promovendo grandes avanços em prevenção e tratamentos:

  • Pesquisa básica

Os pesquisadores fizeram grandes progressos nos últimos anos ao entender como a luz ultravioleta (UV) danifica o DNA das células normais da pele, tornando-as células cancerígenas. Atualmente, eles estão trabalhando para aplicar essas informações em estratégias de prevenção e tratamento para o câncer de pele.

  • Educação

A maioria dos casos de câncer de pele pode ser evitada. A melhor maneira de reduzir o número de casos da doença, a dor e a perda de vidas é educar a população sobre os fatores de risco, prevenção e detecção precoce do câncer de pele. É importante que os profissionais de saúde e ex-pacientes lembrem a todos sobre os perigos do excesso de exposição aos raios ultravioleta provenientes do sol e de fontes artificiais, e sobre como pode ser fácil se proteger contra o excesso de radiações ultravioleta.

Os cânceres de pele podem, muitas vezes, serem diagnosticados precocemente, quando são mais prováveis de serem curados. O autoexame mensal da pele e a conscientização sobre os sinais de alerta do câncer de pele podem ser úteis para o diagnóstico num estágio inicial quando a cura ainda é possível.

  • Prevenção do câncer de pele genital

O carcinoma espinocelular que se inicia na região genital é responsável por quase metade das mortes por esse tipo de câncer de pele. Muitos destes cânceres podem estar relacionados com a infecção com certos tipos de vírus do papiloma humano (HPV). Limitar o número de parceiros sexuais e adotar práticas de sexo seguro podem diminuir o risco da doença.

Recentemente, foram desenvolvidas vacinas para ajudar a proteger contra a infecção por alguns tipos de HPV. A principal intenção dessas vacinas é reduzir o risco de câncer do colo do útero, mas também podem diminuir o risco de outros tipos de câncer relacionados ao HPV, incluindo os tumores espinocelulares.

  • Quimioprevenção

A quimioprevenção consiste no uso de medicamentos para reduzir o risco de câncer. É provável, que a quimioprevenção seja mais útil para pessoas com alto risco de câncer de pele, como aquelas com certas condições genéticas (síndrome do nevo basocelular, xeroderma pigmentosa, entre outras), histórico de câncer de pele e aquelas que receberam transplantes de órgãos.

Os medicamentos mais amplamente estudados até agora são os retinoides, que estão relacionados à vitamina A. Eles têm se mostrado promissores na redução do risco de câncer espinocelular, mas podem apresentar efeitos colaterais, incluindo defeitos congênitos. Por esta razão, neste momento, não são amplamente utilizados. Mais estudos com retinoides estão em andamento.

Outros medicamentos estão sendo analisados para reduzir o risco dos cânceres basocelulares em pessoas com alto risco. As terapias-alvo denominadas inibidores da via de Hedgehog, podem ajudar alguns pacientes com síndrome do nevo basocelular. Por exemplo, o medicamento vismodegib mostrou reduzir significativamente o número de novos casos de cânceres basocelulares, além de diminuir os tumores existentes em pacientes com essa síndrome. Esse medicamento pode apresentar alguns efeitos colaterais, como perda do paladar e cãibras musculares. Mais pesquisas sobre esses e outros medicamentos similares estão em andamento.

  • Diagnóstico

Algumas abordagens recentes para diagnosticar o câncer de pele não exigem a retirada de uma amostra de pele. Exemplos de “biópsias ópticas” incluem microscopia confocal de refletância e tomografia de coerência óptica. Atualmente, estas técnicas estão disponíveis em poucos locais e provavelmente se tornarão mais comuns nos próximos anos.

  • Tratamentos locais

Os tratamentos locais atuais, como cirurgia e radioterapia, respondem bem para a maioria dos cânceres de pele basocelular e espinocelular. Ainda assim, alguns cânceres pequenos podem ser difíceis de tratar se estiverem localizados em áreas de difícil acesso. Novas formas de tratamento não cirúrgicas, como novos medicamentos tópicos, terapia fotodinâmica e cirurgia a laser podem reduzir cicatrizes e outros possíveis efeitos colaterais do tratamento. Estudos estão em andamento para determinar a melhor maneira de usar esses tratamentos.

  • Tratamento da doença avançada

A maioria dos cânceres de pele é diagnosticada e tratada em estágio inicial, quando são mais propensos a serem curados, mas alguns podem se disseminar para outros órgãos. Estes tumores podem ser difíceis de serem tratados com as terapias atuais, como radioterapia e quimioterapia.

Câncer espinocelular. Vários estudos estão testando novas terapias-alvo para câncer de pele espinocelular avançado. As células cancerosas muitas vezes têm em sua superfície a proteína EGFR, que pode ajudá-las a crescer. Medicamentos que têm como alvo esta proteína, como o cetuximab, estão em fase de testes em estudos clínicos.

Câncer basocelular. É muito raro os cânceres basocelulares alcançarem um estágio avançado, mas quando o fazem, esses cânceres podem ser difíceis de serem tratados. O vismodegib e sonidegib, medicamentos que têm como alvo a via Hedgehog, podem ajudar alguns pacientes. Outros medicamentos que têm como alvo essa via também estão sendo estudados.

Fonte: American Cancer Society (10/05/2016)

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