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Novembro Azul: Nova terapia para o câncer de próstata avançado

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 21/11/2019 - Data de atualização: 21/11/2019


O movimento Novembro Azul surgiu na Austrália, em 2003, com o intuito de conscientizar os homens sobre doenças masculinas. A campanha dá ênfase à importância do diagnóstico precoce do câncer de próstata, o segundo mais frequente em homens, de acordo com o Inca. Para 2019, a projeção é de que sejam registrados 68 mil novos casos no Brasil.

Importante evolução no tratamento para pacientes com câncer de próstata avançado, o PSMA-LUTÉCIO-177 já está disponível no Rio de Janeiro. “Infelizmente, o câncer de próstata é uma doença muito prevalente. Esta nova terapia surge para tratar os pacientes que apresentam doença disseminada em outros órgãos”, explica Dr. Marcos Villela Pedras Polonia, Diretor Comercial-Administrativo da Clínica de Medicina Nuclear Villela Pedras.

Estimativas apontam que entre 10% a 20% dos casos de câncer de próstata progridem para doença metastática resistente à castração (mCPRC). A Dra. Sumara Gouveia, médica nuclear da Villela Pedras, avalia que 90% desses casos apresentam metástases ósseas associada a dor, fratura patológica e diminuição da qualidade de vida.

“Várias terapias, como supressão androgênica de primeira e segunda linha, quimioterapia, radioterapia e imunoterapia são utilizadas para o tratamento de câncer de próstata. Porém, há poucas opções para os pacientes que não respondem ao tratamento quimioterápico e que apresentam níveis de PSA sérico evolutivamente mais elevados. Para tais pacientes, que já passaram pelas terapias convencionais sem progresso, há a possibilidade de recorrer ao tratamento com o PSMA Lutécio-177, desenvolvido na Alemanha”, afirma a médica.

O tratamento é programado para ser realizado, no mínimo, em quatro sessões, com intervalos de seis a oito semanas entre as doses. “Essa opção terapêutica tem baixa toxicidade, com melhora clínica e, também, na qualidade de vida, o que acarreta em redução das complicações, eventos clínicos e custos decorrentes da doença oncológica metastática. O tratamento aumenta, ainda, a sobrevida do paciente”, afirma a Dra. Flavia Paiva, também especialista em Medicina Nuclear na Villela Pedras.

“Estamos bastante esperançosos em poder ajudar o paciente que já passou por diversos outros tratamentos prévios. Os trabalhos têm sido cada vez mais promissores e com resultados significativos”, afirma o Dr. Marcos Villela Pedras.   

Fonte: Assessoria de Imprensa Plano & Mídia

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