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Nova geração de remédios

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 02/03/2020 - Data de atualização: 02/03/2020


Terapias gênicas podem revolucionar o tratamento de doenças genéticas - Christian Charisius - 26.nov.10/Reuters

Fez bem a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em apresentar um marco regulatório para que laboratórios requeiram registro comercial de produtos obtidos por meio de terapia gênica e celular.

Só em 2018, foram registrados ou tiveram início 232 ensaios clínicos com produtos de terapia gênica em todo o mundo. No total, desde 1989, já são mais de 3.000 tentativas. Decerto que a maioria se mostra inviável já nas fases iniciais, mas basta que uma pequena porcentagem avance para que surjam inovações de enorme potencial.

A ideia consiste em introduzir DNA, por meio de vírus modificados ou outro vetor, diretamente no interior de uma célula para reparar suas funções e/ou tratar doenças. Na terapia celular, em geral, a intervenção é feita fora do corpo do paciente, e as células modificadas são depois introduzidas. 

Essas técnicas já mostraram resultados experimentais palpáveis para várias moléstias raras e outras não tão incomuns, como hemofilia e certos tipos de cegueira. O principal alvo, porém, é o câncer.

Ganhou manchetes no Brasil o caso de um paciente de linfoma não Hodgkin que se encontrava em estado terminal e, em setembro passado, recebeu um tratamento experimental na USP com uma técnica em que células imunes do próprio indivíduo são removidas, modificadas para “aprender” a combater o câncer e depois reintroduzidas.

Esse paciente foi considerado curado, mas, lamentavelmente, acabou morrendo poucos meses depois em consequência de uma queda sofrida em casa.

Tais avanços inspiram otimismo, mas isso não significa que inexistam problemas. Nos anos 1990, por exemplo, a então nascente terapia gênica sofreu abalo com a notícia de que alguns pacientes haviam desenvolvido leucemia.

O obstáculo mais prático, porém, é o preço. Tome-se o primeiro medicamento licenciado, o Glybera, que prometia reverter por uma década os efeitos de uma moléstia genética rara e chegou a custar a exorbitância de US$ 1,6 milhão. O laboratório retirou a droga do mercado por falta de demanda.

A tendência geral, contudo, pelo menos para doenças não muito raras, é o preço cair com o tempo, para o benefício de todos.

Fonte: Folha de São Paulo



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