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Efeito das Doses de Radioterapia sobre os Órgãos e Níveis de Tolerância

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 29/04/2014 - Data de atualização: 29/04/2014


Algumas estruturas do corpo humano são muito sensíveis à radiação, como o cristalino que tolera níveis baixos de radiação (500 cGy). Ultrapassando este nível de dose poderá desenvolver catarata. Outro exemplo de estrutura sensível é o ovário. Dependendo da idade da paciente, doses ao redor de 800 cGy são suficientes para levar à menopausa precoce.

Ao irradiar o abdome dos pacientes devemos estar atentos para alguns órgãos como os rins e o fígado. As doses de tolerância ficam ao redor de 2000 cGy e 2500 cGy respectivamente. Doses acima destes valores podem levar à insuficiência renal e hepática.

A medula espinhal tolera doses ao redor de 4500 a 5000 cGy dependendo da extensão da medula que está sendo irradiada. Doses elevadas podem levar à paraplegia ou tetraplegia dependendo da extensão que foi irradiada.

Os pulmões são muito sensíveis à radioterapia, doses de 1800 cGy podem fazer com que o segmento irradiado perca a capacidade de troca gasosa. Sendo assim, ao tratar pacientes portadores de tumores pulmonares, a área tratada perde a função, pois utilizamos doses acima da tolerância. Daí a importância do tratamento ser o mais localizado possível. O coração tem tolerância maior (4500 cGy), mas deve ser sempre poupado, pois os danos causados nas coronárias podem surgir após vários anos como um infarto.

Ao irradiar a pelve, a bexiga (tolerância de 6500 cGy), o reto (tolerância de 6000 cGy) e as alças intestinais devem ser estrategicamente protegidos. Quanto menor a dose e o volume do órgão irradiado menor será o efeito agudo e consequentemente haverá menor efeito tardio.

Quando a radioterapia é administrada em crianças, os ossos merecem uma atenção especial. A radioterapia inibe o crescimento ósseo na área irradiada, podendo causar deformações graves.

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