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Neozelandesa Rebekah Stott volta a jogar cinco meses após descobrir câncer linfático

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 14/07/2021 - Data de atualização: 14/07/2021


Menos de cinco meses após ser diagnosticada com Linfoma de Hodgkin, um tipo de câncer originado no sistema linfático, a zagueira neozelandesa Rebekah Stott voltou a jogar nesta terça-feira, pelo Bulleen Lions, time da província de Victoria, na Austrália.

Rebekah, de 27 anos, defendeu a Nova Zelândia em duas Olimpíadas (Londres-2012 e Rio-2016) e duas Copa do Mundo (Canadá-2015 e França-2019). Quando foi diagnosticada com o estágio 3 da doença, no dia 21 de fevereiro deste ano, a então jogadora do Brighton & Hove Albion, da Inglaterra, se afastou dos gramados para iniciar o tratamento.

A zagueira criou um blog, beatitbystotty.com, para dividir com os torcedores o passo a passo da batalha pela cura. No dia 5 de julho, ela anunciou que aguardava os resultados dos exames que confirmariam se estava livre da doença.

Liberada para voltar aos campos, ela entrou aos 38 minutos do segundo tempo, jogando os minutos finais da goleada de 5 a 0 do Bulleen Lions sobre o Melbourne University, fora de casa, pelas quartas de final do Campeonato Estadual Feminino.

- Palavras não podem descrever os sentimentos e as emoções. Foi sem dúvida o período mais desafiador da minha vida, mas foi muito especial retornar aos campos, e não dá para apagar esse sorriso - escreveu Rebekah no Twitter após a partida.

O resultado dos últimos exames estão previstos para o dia 21 de julho, coincidentemente dia em que Nova Zelândia e Austrália, país para onde ela se mudou com a família aos 11 anos, se enfrentarão pela primeira rodada das Olimpíadas de Tóquio.

- Emocionalmente, será um grande dia para mim. Não há a menor dúvida de que minha saúde é a prioridade, mas como uma atleta profissional, esses são os momentos pelos quais você trabalha incansavelmente. Será um jogo especial para mim - escreveu ela no blog.

- Tenho muito sorte de ter representado meu país em duas Olimpíadas, mas não isso não significa que a dor de perder esta edição, em um dos meus países favoritos, é menor - continuou Rebekah, que pretende voltar à seleção neozelandesa para disputar a Copa do Mundo de 2023, que será organizada justamente na Nova Zelândia e na Austrália.

Fonte: Globo Esporte 



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