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Namoro e Câncer

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 07/10/2014 - Data de atualização: 15/02/2016


Vamos encarar os fatos – namorar, se relacionar com alguém, por si só já é uma situação complicada nos dias de hoje... Ainda tem a parte de decidir quantas vezes você vai deixar o celular tocar ou mesmo qual o tempo necessário até você conhecer os pais dele (a). Somado a tudo isso ainda falta você contar que está com câncer! E agora, qual será a reação? Vou assustá-lo (a)? Será que vai mudar alguma coisa?

A seguir você vai encontrar algumas dicas para lidar com esse momento:

Quando e com quem falar

Escolher com quem compartilhar a sua doença é uma decisão muito particular. Alguns pacientes são mais seletivos e só contam para poucas pessoas, enquanto outros acabam compartilhando com mais gente. O mais importante é saber que você não precisa falar sobre o câncer o tempo todo, nem com todo mundo. Apesar do câncer acabar de tornando uma grande parte da sua vida, o câncer não define quem você é.

Mas afinal, qual o momento certo para contar?

Ouça a sua intuição

Você provavelmente vai saber quando for a hora. Pode ser em um jantar ou até mesmo durante uma caminhada. Pode ser espontâneo ou você pode se planejar para contar. Lembre-se, você ser indiferente em relação ao câncer, não significa que o seu parceiro terá o mesmo sentimento sobre isso. No começo, a palavra câncer pode assustar, por isso dê tempo para que ele também processe a informação.

Não espere muito tempo

Sim, existe uma hora certa para compartilhar com o seu namorado a sua doença, mas também não precisa esperar o casamento para contar para o seu parceiro. Quanto mais tarde você contar, maior a chance dele se sentir magoado, traído, e até mesmo com raiva. Relacionamentos saudáveis se baseiam na honestidade e confiança.

Seja honesta

Quando você decidir falar sobre o seu diagnóstico e tratamento, o mais importante é fazê-lo com honestidade. Como você já está percebendo, seu câncer não afetou apenas você, mas também aqueles que te rodeiam. Seu parceiro tem o direito de saber a real situação e gravidade de sua doença e como ela pode afetar a vida de vocês dois.
 
Esteja preparado para responder as perguntas


Seu namorado ou namorada, provavelmente vai ter um monte de dúvidas em relação a sua doença e sobre como isso afeta você ou ainda, vocês. Algumas das perguntas podem parecer extremas ou exageradas, mas lembre-se: são preocupações válidas e devem ser abordadas. Não tratar o câncer como tabu é muito importante.

  • Mas sempre ouvi falar que quem tem câncer vai morrer... Você vai morrer?
  • O que os médicos te falaram? Os médicos acham que você pode sobreviver?
  • Como é o seu tratamento?
  • Como você pegou essa doença? É genético?
  • Quando você vai terminar o tratamento?
  • Você tem cura?

Essas perguntas são apenas uma pequena amostra do que pode ser abordado durante a conversa. Nem todas as dúvidas surgem de imediato. Dê tempo para que o outro processe a informação. Cada pessoa vai reagir de forma diferente, e cada uma no seu tempo. Sim, pode ser também que ele (a) fique completamente em silêncio e não faça perguntas. Isso pode acontecer e você vai ter que respeitar.

Lidando com a reação do parceiro


Compartilhar a sua doença com alguém que você começou a se relacionar recentemente é uma ótima maneira de eliminar as maçãs podres da fruteira. Algumas pessoas podem se sentir incapazes de estar em um relacionamento com alguém doente e acabar pulando fora. Essa reação geralmente é alimentada pelo medo e pelo preconceito, embora algumas pessoas realmente não saibam como lidar com alguém doente. Ponto fraco de personalidade ou não, você pode mudar a opinião dos outros a respeito da sua doença. E a última coisa que você precisa agora é de alguém que não te apoie.

Esperamos que seu parceiro seja capaz de aceitar a sua doença e realmente assuma uma postura de apoio e parceria. Talvez ele não consiga ignorar totalmente o fato de você ter um câncer, e isso pode acabar afetando o seu relacionamento. Tente ser o mais honesto e realista possível. Se ele te aceitar, mesmo doente, você provavelmente encontrou alguém que vale a pena seguir em frente.

O que você achou desse texto? Já viveu alguma experiência parecida? Como fez para contar para seu parceiro sobre o seu diagnóstico? Qual foi a reação dele? Tem alguma dica para nos dar?

Escreva, compartilhe, participe!

Sua opinião é muito importante!


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