Categorias


Cadastro rápido

Receba nosso conteúdo por
e-mail

Tudo sobre o câncer

 
Mais Tipos de câncer

Curta nossa página

Financiadores

Roche Novartis Bristol MerckSerono Lilly Amgen Pfizer AstraZeneca Boehringer Bayer Janssen MSD Takeda Astellas UICC Libbs Abbvie Ipsen Sanofi Daiichi Sankyo GSK Avon Nestlé Servier


  • tamanho da letra
  • A-
  • A+

MS incorpora novo medicamento para câncer de mama

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 15/09/2022 - Data de atualização: 15/09/2022


O Ministério da Saúde incorporou ao Sistema Único de Saúde (SUS) o medicamento trastuzumabe entansina (Kadcyla®). Agora, pacientes em  tratamento de câncer de mama HER2-positivo operado em estádio III com doença residual terão o trastuzumabe entansina (Kadcyla®) como opção de tratamento adjuvante. A incorporação, publicada no dia 12/09/2022 através da PORTARIA SCTIE/MS Nº 98, vem de acordo com o modelo de assistência oncológica no SUS e as Diretrizes Diagnósticas e Terapêuticas do Ministério da Saúde.  

A mesma medicação também foi objeto de análise para outra indicação de pacientes: como monoterapia no tratamento de pacientes com câncer de mama HER2-positivo metastático ou localmente avançado irressecável, que tenham recebido tratamento prévio com trastuzumabe e um taxano. No entanto, o Ministério da Saúde decidiu não incorporar o medicamento para esta indicação (Portaria SCTIE/MS nº 99, de 9 de setembro de 2022)

Em relação à incorporação do medicamento como tratamento adjuvante, é importante destacar que a legislação estabelece o prazo máximo de 180 dias para a efetivação da oferta do medicamento no SUS, o que será a partir do dia 11/03/2023. 

DESAFIOS NA OFERTA DE TRATAMENTO NO SUS
Vale destacar que o modelo de assistência oncológica no SUS (APAC-Onco), utilizado para o pagamento destas tecnologias, não garante a oferta dos medicamentos a todos pacientes do Sistema. Isto porque os mais de 300 hospitais habilitados em oncologia em todo o país são livres para comprarem e disponibilizarem o tratamento que julgarem pertinentes, sob o ponto de vista técnico/científico e viáveis economicamente de serem incorporados em seus próprios protocolos de tratamento. 

Esses hospitais muitas vezes recebem do Ministério da Saúde uma quantia de dinheiro que não é suficiente para custear todo o tratamento em questão, que inclui desde os materiais, equipe profissional, além do medicamento em si, que costuma ser caro. Com isso, muitos hospitais não conseguem arcar com o custo total de tratamentos mais modernos e caros e por isso disponibilizam apenas outras opções.

Assim, a incorporação do trastuzumabe entansina (Kadcyla®) através do modelo de assistência oncológica no SUS (APAC-Onco) não garante que todas as pacientes do sistema público que precisarem, irão ter acesso a esse medicamento. O Oncoguia vem lutando ao longo dos últimos anos para que esse modelo seja revisto, para que haja uma garantia real de que o tratamento incorporado chegue ao paciente.

Continuamos lutando para que haja uma maior uniformidade nos tratamentos ofertados pelo SUS, e que um padrão mínimo de tratamento seja nacionalmente respeitado e obrigatório a todos os hospitais oncológicos, com sua devida remuneração.

Conteúdo produzido pela equipe do Instituto Oncoguia.
 



Este conteúdo ajudou você?

Sim Não


A informação contida neste portal está disponível com objetivo estritamente educacional. Em hipótese alguma pretende substituir a consulta médica, a realização de exames e ou, o tratamento médico. Em caso de dúvidas fale com seu médico, ele poderá esclarecer todas as suas perguntas. O acesso a Informação é um direito seu: Fique informado.

O conteúdo editorial do Portal Oncoguia não apresenta nenhuma relação comercial com os patrocinadores do Portal, assim como com a publicidade veiculada no site.

© 2003 - 2022 Instituto Oncoguia . Todos direitos reservados
Desenvolvido por Lookmysite Interactive