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Morre oncologista Marcos Moraes, um dos fundadores da Fundação do Câncer e ex-diretor do Inca

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 06/05/2020 - Data de atualização: 06/05/2020


Morreu no Rio de Janeiro nesta segunda-feira (4), aos 84 anos, o oncologista Marcos Moraes, um dos responsáveis pela criação da Fundação do Câncer, ex-diretor do Inca e incentivador de campanhas de combate ao fumo.

Segundo sua assessoria de imprensa, Moraes morreu de "causas naturais" e deixa duas irmãs, dois filhos e dois netos.

O médico nasceu em Palmeira dos Índios (AL) e iniciou sua trajetória profissional em 1963 com o curso de graduação em Medicina na Fa­culdade de Ciências Médicas da Universida­de do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), então Universidade do Distrito Federal. Depois de formado, retornou à sua cidade natal para organizar o Serviço de Cirurgia do Hospital Regional Santa Rita. De volta ao Rio de Janeiro, iniciou suas ativida­des como cirurgião do Hospital de Ipanema. Cinco anos depois, foi para a Uni­versidade de Illinois, em Chicago, nos Esta­dos Unidos, onde desenvolveu várias linhas de pesquisa científicas e a formação em cirurgia oncológica.

Em 1978, tornou-se pro­fessor titular e chefe do departamento de cirurgia do Hospital Universitário Gama Filho. Em 1990, atenden­do a um convite do governo fede­ral, participou da elaboração do Programa Nacional de Controle de Câncer. Nesse mesmo ano, as­sumiu a direção geral do Instituto Nacional de Câncer (INCA), cargo que ocupou até 1998. Com o objetivo de promover o desen­volvimento institucional, capacitar os recursos humanos do INCA e atrair novos talentos, criou a Fundação do Câncer com outros três médi­cos do Instituto, em 1991.

O médico escreveu mais de 35 trabalhos técnicos-científicos, impressosem publicações do Brasil e internacionais. Também foi o autor de 23 capítulos de livros da área e foi membro do conselho editorial de 11 revistas brasileiras e 6 estrangeiras do setor. Foi também representante oficial do Brasil na Organização Mundial de Saúde para o National Cancer Control Programmes.

Moraes também se destacou pelo antitabagismo e recebeu uma medalha e diploma da OMS pela atuação nesse sentido, em 1994.

Fonte: G1

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