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Menos da metade dos pacientes com câncer elegíveis para preservação da fertilidade são aconselhados

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 30/11/2020 - Data de atualização: 30/11/2020


Estudo recente
Um estudo publicado na JAMA Network Open em Julho de 2020, evidenciou que menos da metade das mulheres (18 a 40 anos) e homens (18 a 50 anos) com diagnóstico de neoplasia e elegíveis a preservação da fertilidade foram informados sobre a possibilidade. O estudo transversal com análise de dados de clínicas voluntárias nos EUA para American Society of Clinical Oncology (ASCO) Quality Oncology Practice Initiative, os dados incluídos foram de janeiro de 2015 a junho de 2019 — pacientes com diagnóstico prévio de infertilidade ou esterilidade desejada foram excluídos. 

As variáveis avaliadas foram idade, sexo, IMC (índice de massa corporal), raça/etnia, tipo de neoplasia, ano de inclusão e se houve encaminhamento ao fertileuta ou aconselhamento quanto a preservação da fertilidade prévio a quimioterapia. Dos 136.746 prontuários avaliados, destes 3.571 (51%) eram homens com idade média de 42,5 anos apenas 44% foram orientados quanto a possibilidade da preservação da fertilidade. Quando comparado com as mulheres houve uma diferença significativamente estatística evidenciando que o aconselhamento era maior nesta população, 56% delas foram orientadas. 

Outro dado relevante, é que o tipo de neoplasia influenciou na incidência a orientação, foi evidenciado que pacientes com diagnóstico de câncer de mama ou hematológico tiveram um maior aconselhamento sobre preservação da fertilidade.  

Conclusão
Desse modo, é possível concluir que ainda falta muito para que os pacientes oncológicos elegíveis tenham acesso a informação e ao procedimento, segundo o estudo uma das grandes barreiras além da falta de aconselhamento é o fato do seguro saúde não cobrir o procedimento. Todavia, é fundamental que os profissionais de saúde das mais diversas áreas tenham conhecimento dessa possibilidade e ofertem ao pacientes elegíveis, independente do sexo, para que eles tenham a autonomia para escolher se desejam ou não realizar a preservação. 

Fonte: PebMed

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