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Medicamentos para Linfoma Intraocular

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 24/01/2014 - Data de atualização: 04/04/2017


Os melanomas avançados são mais difíceis de serem tratados, e infelizmente os medicamentos quimioterápicos convencionais muitas vezes não são muito úteis.

Nos últimos anos, os pesquisadores desenvolveram novos tipos de medicamentos para tratar os melanomas avançados. Vários destes medicamentos são agora utilizados para tratar melanomas de pele, mas ainda não está claro se eles serão úteis no tratamento dos melanomas oculares. Estes medicamentos mais recentes geralmente estão em dois grupos:

Imunoterapia. Esses medicamentos ajudam o sistema imunológico a reconhecer e atacar as células cancerosas. Medicamentos como o pembrolizumab e o ipilimumab mostraram ajudar alguns pacientes com melanoma de pele. Estes e alguns outros medicamentos imunoterápicos estão agora em estudo para uso em melanomas oculares.

Terapia Alvo. Alguns medicamentos mais novos segmentam partes de células do melanoma que as tornam diferentes das células normais. Por exemplo, cerca de metade de todos os melanomas cutâneos têm uma mutação no gene BRAF, e vários medicamentos que tem como alvo esta alteração genética estão disponíveis para tratar estes cânceres. Infelizmente, esta mutação é muito menos comum nos melanomas uveais, mas nos pacientes que portam, estes medicamentos podem ser úteis.

Anticorpos Monoclonais para Linfoma Ocular

Os anticorpos são proteínas normalmente produzidas pelo sistema imunológico para ajudar a combater as infecções. As versões sintéticas, denominadas anticorpos monoclonais, são projetadas para atacar um alvo específico, como uma substância na superfície dos linfócitos, células onde os linfomas começam.

Existem vários anticorpos monoclonais em uso no tratamento do linfoma. Em alguns casos, eles podem ser usados para ajudar a tratar o linfoma intraocular.

O rituximabe é um anticorpo que se liga a uma substância chamada CD20 que se encontra na superfície de muitas células de linfoma, fazendo com que morram. O rituximabe pode ser administrado por infusão intravenosa ou injetado diretamente no olho. Os efeitos colaterais mais comuns são geralmente leves, mas podem incluir calafrios, febre, náuseas, erupções cutâneas, fadiga e dores de cabeça. Mesmo que esses sintomas ocorram durante a primeira infusão do rituximabe, é muito incomum que se repitam em doses posteriores. O rituximabe é frequentemente combinado com a quimioterapia.

O ibritumomab tiuxetan é semelhante ao rituximabe, mas tem uma molécula radioativa que pode potencializar seu efeito. Por causa da radiação, esse medicamento é um pouco mais difícil de ser administrado do que o rituximabe. Outra limitação é que eles não podem ser utilizados juntamente com a quimioterapia, porque também diminuem os níveis sanguíneos. Atualmente, é utilizado se a químio ou o rituximabe já não estão fazendo efeito.

Fonte: American Cancer Society (05/02/2016)



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