Categorias


Cadastro rápido

Receba nosso conteúdo por
e-mail

Tudo sobre o câncer

 
Mais Tipos de câncer

Curta nossa página

Financiadores

Roche Novartis Varian Bristol MerckSerono Lilly Amgen Pfizer AstraZeneca Bayer Janssen MSD ACS Mundipharma Takeda Susan Komen Astellas UICC Libbs Healthy Americas GBT Abbvie Ipsen Shire


  • tamanho da letra
  • A-
  • A+

Medicamentos do futuro devem ter foco no paciente

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 15/08/2017 - Data de atualização: 15/08/2017


Os medicamentos do futuro deverão focar no paciente e ter mais disponibilidade de acesso. É o que defendeu o presidente da Roche Farma Brasil, Rolf Hoenger, no painel Medicamentos do Amanhã, realizado durante o Summit Saúde Brasil 2017, organizado pelo Estado.

"Lembro muito de um paciente que me falou: todos queremos não só viver, mas ter também as mesmas oportunidades de tratamento. Esse é um resumo do que a medicina deve ser no futuro”, ressalta. "Quando se pensa no futuro, falamos de personalização. E isso já é realidade. Você faz um teste, detecta mutações e consegue individualizar um tratamento. Se o paciente não tem informação, provavelmente vai chegar muito tarde na cadeia dos medicamentos, e aí não é possível prolongar sua vida com boa qualidade.”

Jorge Alves, da BMS, lembrou que a enorme quantidade de informações geradas hoje no setor da saúde poderá evitar desperdícios e fazer com que, cada vez mais, o paciente consiga usar exatamente a medicação que precisa. "A Big Data vai ajudar muito na definição do melhor tratamento, de forma a evitar desperdícios.”

Já a diretora médica da Sanofi, Luciana Giangrande, destacou que há hoje 7 mil moléculas em desenvolvimento e cerca de metade delas trazem algum mecanismo de ação inovador. Ela destacou a atuação do grupo em que atua nas doenças raras. "Há hoje cerca de 7 mil doenças raras e só 5% têm tratamento disponível. A maioria têm cunho genético”.

Uma dos cuidados que essas mudanças devem ter, segundo Luciana Holtz, do Oncoguia, é que novos remédios devem vir também com o maior acesso pela população. "A palavra-chave de tudo que estamos discutindo é o acesso. É preciso discutir o acesso ao exame, ao especialista, ao tratamento e à equipe multidisciplinar”. Ela destacou que, mesmo com a existência de uma lei que garante o acesso ao tratamento pelo SUS ao paciente com câncer dentro e 60 dias, há ainda uma disparidade. "Há necessidade de um esforço muito grande para que isso vire uma prática”.

Matéria publicada na IstoÉ em 14/08/2017.

As opiniões contidas nas matérias divulgadas refletem unicamente a opinião do veículo, não caracterizando endosso, recomendação ou favorecimento por parte do Instituto Oncoguia.

Este conteúdo ajudou você?

Sim Não


A informação contida neste portal está disponível com objetivo estritamente educacional. Em hipótese alguma pretende substituir a consulta médica, a realização de exames e ou, o tratamento médico. Em caso de dúvidas fale com seu médico, ele poderá esclarecer todas as suas perguntas. O acesso a Informação é um direito seu: Fique informado.

O conteúdo editorial do Portal Oncoguia não apresenta nenhuma relação comercial com os patrocinadores do Portal, assim como com a publicidade veiculada no site.

© 2003 - 2019 Instituto Oncoguia . Todos direitos reservados
Desenvolvido por Lookmysite Interactive