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Médica explica como é feito o tratamento de câncer em mulheres grávidas

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 20/12/2019 - Data de atualização: 20/12/2019


O Bem Estar desta quinta-feira (19) mostrou uma história em que a medicina driblou o câncer e permitiu o nascimento de uma nova família.

A Alice Ferreira Comassetto descobriu um tumor na gravidez. Em 2008, ela enfrentou o primeiro câncer de mama. Em 2017, a doença voltou e afetou outra glândula mamária. Foram meses de quimioterapia até o tumor desaparecer.

Em 2019, embora os médicos desacreditassem, a Alice engravidou. Ela estava feliz da vida, mas com seis meses veio a má notícia: metástase no cérebro.

Grávida, ela teve que se submeter a uma cirurgia para retirar o tumor. “Foi um sucesso, o tumor estava encapsulado. Abriram, tiraram, fecharam. Eu bem, Miguel bem”.

Efeitos da quimioterapia bem estar — Foto: Arte/TV Globo


“Uma das minhas maiores virtudes é a minha vontade de viver. Eu sempre estive com um sorriso no rosto, sempre estive disposta”, conta.

O Miguel nasceu no início de novembro, cheio de saúde. A Alice teve algumas complicações da radioterapia, mas está bem. Ela também está fazendo um tratamento preventivo com quimioterapia e está livre da doença.

A oncologista Marina Sahade explica que na mulher, a quimioterapia pode danificar os óvulos, eles ficam em uma qualidade pior, o que dificulta a fecundação. No homem, a quimioterapia diminui a quantidade de espermatozoides. A radioterapia não interfere na fertilidade, só se for feita em cima dos ovários ou testículos.

É importante lembrar que o paciente deve conversar com o médico antes do tratamento para se planejar. No caso de câncer de mama, a mulher não pode tomar hormônios.

Como preservar a fertilidade
“O fato de ter um câncer não precisa atrapalhar o sonho de ser mãe, de ser pai. Às vezes, a gente lida com pacientes jovens, que nem estão pensando nisso. Mas mesmo assim nós temos que abordar esse tema”, explica a oncologista.

Se a mulher quiser engravidar depois do câncer, ela pode congelar os óvulos antes da quimioterapia e depois, quando os médicos liberarem, é feita a fertilização.

Por causa do câncer, a mulher tem o serviço de retirada e congelamento dos óvulos em alguns hospitais do SUS, mas a fertilização deve ser paga. Ela também pode tomar uma injeção que bloqueia os hormônios e ela entra em menopausa e aumenta a chance de uma gravidez com sucesso depois.

Fonte: G1

As opiniões contidas nas matérias divulgadas refletem unicamente a opinião do veículo, não caracterizando endosso, recomendação ou favorecimento por parte do Instituto Oncoguia.



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