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[MATÉRIA] Cenários para reflexão e ação

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 15/09/2015 - Data de atualização: 15/09/2015


O professor, médico e superintendente corporativo do Hospital Sírio Libanês, Dr. Gonzalo Vecina Neto, convidou os participantes Fórum à uma imersão em saúde pública e à uma reflexão sobre os cenários que, juntos, compõe a oncologia no Brasil e que devem ser o fio condutor do desenvolvimento de novas estratégias de ação.

Epidemiológico, social, demográfico, de saúde pública. Uma malha de novos cenários que requerem amplo conhecimento e discussão.

"O perfil demográfico do país sofreu transformações muito grandes nos últimos anos. Urbanização, institucionalização do trabalho feminino, melhoria nas redes de saneamento básico. Tudo isso alterou os contornos da mortalidade brasileira, assim como os nossos hábitos de vida".

Dr. Gonzalo explica que com a mudança do perfil epidemiológico brasileiro, exige-se um novo pensar e agir em medicina e saúde pública.

"Nossa saúde tem estrutura para atender doenças infectocontagiosas. Com uma infecção, a pessoa volta ao médico duas vezes e se cura. E para doenças crônicas, como a hipertensão e o câncer?", questiona.

O professor diz que para o atendimento a doenças crônicas é necessário um médico para cada 250 habitantes, e nós temos metade disso. O que fazer? Além de melhorar o sistema de tratamento, é fundamental que se mude o sistema de assistência à saúde.

"Prevenção primária tem que acontecer!".

E para se fazer prevenção primária, entre os desafios, está o de fazer com que os bons hábitos de vida tornem-se conceitos importantes para a população.

"Conseguimos, por muito pouco, vencer a batalha contra o cigarro. Agora precisamos aprender a combater o sal, o açúcar e a gordura. A batalha é dura, pois é contra a imprensa e a TV, que vivem da propaganda, fortemente financiada pela indústria de alimentos".

Ele acredita que, nesta contenda, ganhamos um grande aliado, a internet, que nos tira da posição de espectadores colocando-nos no papel de agentes do processo de transformação.

"Por fim, temos que crescer. Não adianta colocar mais impostos para financiar tantas mudanças. E a sociedade, para isso, precisa se movimentar, ter vontade transformadora. O que falta ao Brasil é mais brasileiros sabendo para onde devemos ir", finaliza.



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