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Mães mostram garra e dedicação no tratamento de câncer dos filhos

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 14/05/2018 - Data de atualização: 14/05/2018


"A gente - que é mãe - abre mão de tudo. Deixa os afazeres de casa, deixa os filhos, deixa o marido, os pais, tudo para estar com eles. Eu abri mão de tudo", Roberta Aparecida, mãe de Kaíke, paciente em tratamento de rabdomiossarcoma, uma espécie de câncer que se transforma em músculo, no Centro Infantil Boldrini, no distrito de Barão Geraldo, em Campinas. 

Em tratamento desde quando descobriu a doença, há cerca de quatro anos, Kayke é um dos 750 novos casos que o Boldrini atende em média por ano desde a sua fundação, em 1978. Roberta o acompanha desde então. 

DEDICAÇÃO 

Funcionária de uma produtora de linha de algodão, Roberta abandonou a função para se dedicar completamente ao filho. Mas, além do emprego, ela precisou deixar em segundo plano os seus outros filhos, inclusive a filha que nasceu durante o tratamento de Kaíke. 

"Eu não sabia como lidar com a situação. Eu, no hospital, pois tinha acabado de ganhar ela e ele em casa com febre", explica. "A gente sempre dá mais atenção pra ele devido as necessidades, mas é difícil". 

Não é difícil encontram mães que largam tudo para cuidar dos filhos no Boldrini. São capazes, inclusive, de deixar o estado que moram para curar os filhos. 

É o caso de Ana Rita Dias Nunes, moradora de Casa Nova, no interior da Bahia. Ela deixou a cidade para acompanhar o tratamento de sua filha Ana Laura, diagnosticada há sete meses com leucemia. "Não tem o que pensar, a gente faz tudo pelos filhos", conta.  

MUITO MAIS MÃE 

Ana Rita também precisou deixar o emprego e uma filha em sua cidade para acompanhar o tratamento da filha no Centro Infantil Boldrini. Ela, entretanto, diz que faria tudo de novo. "Eu me sinto muito mais mãe e muito mais feliz, porque mesmo a gente passando por isso tudo, ela está aqui comigo". 

Ela também conta que encontra forças para seguir na luta contra o câncer na própria filha, numa emocionante troca de papeis. "Eu me fortaleci muito nela", conta. "Ela às vezes olhava pra mim e dizia 'Mamãe, eu vou ficar boa. Eu vou ficar curada.' Eu não me sinto no direito de chorar. Eu não me sinto no direito de ficar triste, porque é ela quem toma a medicação e ela está feliz", emociona-se Ana Rita. 

Estima-se que mais de 12 mil casos de câncer infantil serão registrados no Brasil em 2018, de acordo com informações com o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA). Felizmente, 80% das crianças e adolescentes acometidos pela doença podem ser curados caso sejam diagnosticados precocemente e buscam acompanhamento adequado em centros especializados. 

Fonte: ACidadeON

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