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Luxemburgo retira câncer de pele. Saiba quando pinta é perigosa

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 29/11/2019 - Data de atualização: 29/11/2019


Quais pintas e manchas podem ser câncer? O oncologista Renato Santos, do Hospital 9 de Julho, afirma que é necessário se preocupar com pintas e manchas que surgem com o tempo ou as congênitas que modificam de forma, cor e tamanho. O técnico do Vasco, Vanderlei Luxemburgo, 67, retirou 3 manchas do nariz em uma biópsia na semana passada, sendo que uma delas era maligna. Santos explica que lesões benignas que apresentam sinais de inquietação, em que as células indicam que vão alterar as características da pinta, podem se tornar malignas e por isso também são retiradas. A cada 4 ocorrências de câncer no Brasil uma é câncer de pele. São 180 mil novos casos a cada ano, segundo o Instituto Nacional de Câncer

Quais são os tipos de câncer de pele? O dermatologista Luiz Fernando Fleury, do departamento de cirurgia micrográfica da Sociedade Brasileira de Dermatologia, explica que existem três tipos de câncer de pele. O mais comum é o carcinoma basocelular (foto), que representa 80% dos casos. Santos explica que as manchas desse tipo costumam ser mais próximas do tom da pele e avermelhadas, são perolados, elevados e possuem pequenos vasos na base. Ele é o que apresenta menos risco de morte. “Raramente tem metástase [quando a célula cancerígena se desprende do tumor e atinge órgãos mais distantes]. O risco é que o crescimento local atinja órgão vitais próximos tumor”, explica Santos

Quais são os tipos de câncer de pele? O segundo mais comum, afirma Fleury, é o carcinoma espinocelular (foto), que representa 15% dos casos. Santos explica que esse tipo, normalmente, apresenta uma ferida no centro. Ele é mais perigoso que o basocelular, mas menos que o melanoma. “Ele já tem mais chance de dar metástase, mas pode ocorrer que o crescimento local atinja outros órgãos também”, explica o oncologista

Quais são os tipos de câncer de pele? Fleury afirma que o mais perigoso é, também, o menos frequente. O melanoma representa 4% dos casos. “O melanoma dá metástase em órgãos distantes”. A principal característica desse tipo é o surgimento de uma pinta que não existia ou a modificação de uma congênita. O oncologista explica que para determinar o risco do câncer é utilizado o método ABCDE. Cada letra representa um aspecto da pinta a ser analisado: A de assimetria, B de bordas irregulares, C de cor (mais de uma cor ou tons pretos), D de diâmetro e E evolução, que diz respeito a mudanças ao longo do tempo em qualquer característica da pinta.

Como é feito o tratamento? O dermatologista explica que, nos casos em que o diagnóstico é precoce, o tratamento é cirúrgico. É feito um procedimento para a retirada das células cancerígenas. “Se a mancha estiver muito extensa, pode colocar um enxerto, dar um ponto ou fazer uma reconstrução com a pele próxima. Quando o diagnóstico é precoce, não fica cicatriz ou uma cicatriz muito sutil”, explica Fleury. Nos casos em que o diagnóstico demora e o câncer está muito espalhado, o tratamento é feito com quimioterapia. Santos afirma que para pacientes idosos ou com condições clínicas muito debilitadas, em que o risco de intervenções cirúrgicas aumenta muito, existe a possibilidade de fazer tratamentos medicamentosos ou tópicos, mas estes são menos eficazes

Como evitar o câncer de pele? Segundo o oncologista a melhor maneira de fazer a prevenção é a fotoproteção. “Como todo câncer, a genética é um fator de risco, mas sempre associada à exposição solar”, explica Fleury. As recomendações são utilizar chapéus, blusas e óculos com proteção UV, proteger-se em sombras, evitar exposição ao sol entre 10h e 17h e utilizar filtro solar. Além disso, Fleury alerta que qualquer pinta ou mancha que surja ou se modifique é motivo para ir ao dermatologista

Existem pessoas que correm risco maior? Sim. O oncologista afirma que pessoas com histórico familiar de câncer de pele ou com a pele e olhos muito claros possuem mais riscos. Ele diz que é importante que essas pessoas visitem o dermatologista como prevenção, e que o médico irá dizer a frequência com que deverão retornar. Além disso, existem profissões que precisam de cuidados extras. “Técnicos de futebol, como Luxemburgo, agricultores, trabalhadores da construção civil, mineradores, carteiros, ambulantes e etc.”, exemplifica Fleury. Estes profissionais devem utilizar coberturas físicas e protetor solar intenso nos horários de trabalho

Fonte: R7

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