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Instituto prevê média de 41 casos de câncer de colo uterino por ano a cada 100 mil mulheres no Amazonas

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 19/10/2018 - Data de atualização: 19/10/2018


Uma média de 41 mulheres em cada 100 mil, no Amazonas, devem desenvolver o câncer de colo uterino, neste ano e no próximo, conforme projeção do Instituto Nacional do Câncer (Inca). O número representa mais que o dobro da estatística brasileira, que prevê cerca de 15 casos para o mesmo grupo populacional, denominado taxa bruta de incidência, dado considerado preocupante, segundo o cirurgião oncológico, Manoel Jesus Pinheiro Júnior.

No Amazonas são 1.680 casos estimados entre 2018 e 2019, a taxa bruta de incidência, que determina a quantidade de casos para cada 100 mil habitantes, também é utilizada para gerar a classificação dos estados no ranking brasileiro. Ela aponta que o Amazonas ainda é o campeão de casos da doença no País e que é hora de reforçar as medidas de prevenção, para mudar esse cenário.

O cirurgião oncológico explica que a doença é adquirida, em quase 100% dos casos, por contaminação do vírus HPV (Papiloma Vírus Humano), transmitido por via sexual. "São os tipos que podem causar as lesões chamadas de pré-cancerosas, que se não tratadas a tempo, podem evoluir para um câncer. Mas, em todo caso, é importante frisar que o câncer de colo uterino já foi erradicado em alguns países e que medidas simples podem evitar o aparecimento da doença, tais como a coleta do preventivo (Papanicolau) anualmente, em mulheres em fase sexual ativa; a vacinação contra o HPV em crianças e adolescentes e o uso do preservativo, além do fortalecimento das campanhas de prevenção.", explicou o especialista.

Os tratamentos podem ser cirúrgico, radioterápico, quimioterápico ou associando duas ou mais modalidades. "No cirúrgico, a histerectomia radical total (retirada do útero) é indicada em caso de tumor em estágio inicial. Tumores localmente avançados requerem quimioterapia e, na maioria dos casos, também radioterapia", destacou.

Outubro Rosa

Ele explica que o Outubro Rosa, realizado em todo o mundo, desde a década de 1990, ajuda a conscientizar a população acerca da importância do diagnóstico precoce e dos fatores de risco do câncer de mama. O movimento é coordenado, no Estado, pela Rede Feminina de Combate ao Câncer e pelo Centro de Integração Amigas da Mama (Ciam), filiados à Femama (Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama), entidade que encabeça a campanha no País.

Neste ano, o tema escolhido para o movimento foi o #CompartilheSuaLuta , cujo objetivo é fazer com que mulheres portadoras do câncer de mama, dividam sua experiência durante o tratamento e recebam mais apoio de familiares e amigos. A ação também tem o apoio da Liga Amazonense Contra o Câncer (Lacc), que trabalha em parceria com as demais entidades e atua, há mais de 60 anos, com projetos sociais voltados para pacientes de baixa renda e no desenvolvimento de campanhas de prevenção. Os projetos são financiados por doações que podem ser feitas pelo número 92 2101-4900 e pelo site oficial .

Fonte: G1 Amazonas

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