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Inibidores do Controle Imunológico para Tratamento do Câncer

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 27/07/2015 - Data de atualização: 14/06/2018


Uma função importante do sistema imunológico consiste em sua capacidade de atacar as células normais e anormais do corpo. Para fazer isso, ele usa pontos de verificação – as chamadas moléculas de controle imunológico em células imunológicas que precisam ser ativadas (ou desativadas) para iniciar uma resposta imunológica. Em inglês, são chamados de check point inhibitors, ou inibidores dos pontos de controle. As células cancerígenas, às vezes, usam esses pontos de controle para evitar serem atacadas pelo sistema imunológico. Os medicamentos imunoterápicos modernos têm como alvo esses pontos de controle, reestabelecendo a atividade destas células da imunidade no combate às células cancerosas. Esses medicamentos se mostraram úteis contra muitos tipos de câncer nos últimos anos.

Medicamentos que têm como alvo PD-1 ou PD-L1


O PD-1 é uma proteína de ponto de verificação nas células do sistema imunológico denominadas células T. Normalmente age como um tipo de interruptor desligado que impede que as células T ataquem outras células do corpo. Ele faz isso quando se liga à PD-L1, uma proteína em células normais (e câncer). Quando a PD-1 se liga à PD-L1, basicamente diz à célula T para deixar a outra célula sozinha. Algumas células cancerígenas têm grandes quantidades de PD-L1, o que permite que escapem do ataque imunológico.

Os anticorpos monoclonais que têm como alvo PD-1 ou PD-L1 podem bloquear essa ligação e estimular a resposta imunológica contra as células cancerígenas. Esses medicamentos se mostraram úteis no tratamento de vários tipos de câncer.

Inibidores de PD-1. Exemplos de medicamentos que têm como alvo a PD-1 incluem:

  • Pembrolizumab.
  • Nivolumab.

Esses medicamentos se mostraram úteis no tratamento de diversos tipos de câncer, incluindo melanoma, câncer de pulmão de não pequenas células, câncer de rim, câncer de bexiga, câncer de cabeça e pescoço e linfoma de Hodgkin. Atualmente, estão sendo estudados para uso contra outros tipos de câncer.

Inibidores de PD-L1. Exemplos de medicamentos que têm como alvo a PD-L1 incluem:

  • Atezolizumab.
  • Avelumab.
  • Durvalumab.

Esses medicamentos também se mostraram úteis no tratamento de diversos tipos de câncer, incluindo câncer de bexiga, câncer de pulmão de não pequenas células e câncer de pele de células de Merkel. Eles também estão sendo estudados para uso contra outros tipos de câncer.

Uma preocupação com esses medicamentos é que o sistema imunológico ataque alguns órgãos sadios do corpo, levando a efeitos colaterais, que podem incluir fadiga, tosse, náusea, perda de apetite, erupção cutânea e coceira. Também podem ocorrer outros efeitos mais sérios com menor frequência, como problemas nos pulmões, intestinos, fígado, rins, glândulas produtoras de hormônios ou outros órgãos.

Muitos outros fármacos que têm como alvo PD-1 ou PD-L1 estão sendo estudados em ensaios clínicos, tanto isoladamente como combinados com outros medicamentos.

Medicamentos que têm como alvo CTLA-4

O CTLA-4 é outra proteína em algumas células T que atua como um tipo de interruptor desligado para manter o sistema imunológico sob controle.

O ipilimumab é um anticorpo monoclonal que se liga ao CTLA-4 e o impede de funcionar. Isso pode estimular a resposta imunológico do corpo contra as células cancerígenas.

Esse medicamento é usado no tratamento do melanoma. Também está sendo estudado para uso contra outros tipos de câncer.

Como o ipilimumab afeta o sistema imunológico, pode provocar efeitos colaterais graves ou até fatais. Em comparação com medicamentos que têm como alvo o PD-1 ou PD-L1, os efeitos colaterais graves parecem ser mais prováveis com ipilimumab.

Fonte: American Cancer Society (01/05/2017)

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