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  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 06/02/2020 - Data de atualização: 06/02/2020


O pai de Caroline Rodrigues Porto, Rogério Porto, de 50 anos, foi diagnosticado com câncer colorretal em novembro de 2019. Em janeiro, ela procurou o Oncoguia após recomendação da assistente social do Hospital São Paulo para que fosse orientada sobre a lei dos 60 dias.

Por volta de julho de 2019, Rogério começou a sentir dores intensas na região abdominal, perda de peso e sangue nas fezes. Ele marcou uma consulta no posto de saúde e o gastro que o atendeu solicitou uma colonoscopia. O resultado do exame não apontou nenhum problema. Mas como os sintomas persistiram, Rogério resolveu procurar um médico em outro posto de saúde. Com um novo exame em mãos, confirmou-se o diagnóstico de câncer colorretal.

“Entre uma consulta e outra, um exame e outro, procuramos até mesmo um médico particular que disse que meu pai realmente não estava bem. Em 1º de novembro, com o diagnóstico já confirmado de câncer, conseguimos consulta no Hospital São Paulo com um oncologista que mesmo dizendo que a situação era urgente, a demanda do hospital estava muito grande então ele teria que esperar para receber o tratamento”, conta Caroline.

Com 10 pessoas em sua frente na fila, Rogério estava se sentindo muito mal e precisou até passar cinco dias internado. Preocupada com a situação do pai, Caroline procurou a assistente social do Hospital que a informou sobre a lei dos 60 dias e orientou que ela entrasse em contato conosco.

Passo a passo

Ao ligar no canal Ligue Câncer (0800 773 1666), explicamos que o prazo legal para que Rogério fizesse a cirurgia recomendada já havia desrespeitado a lei. Nós a orientamos a procurar pela Defensoria Pública, o que ela fez em 9 de janeiro. Entre os dias 13 e 14 de janeiro, foi emitida uma liminar que determinava que o hospital respondesse à solicitação em até 72 horas informando a posição de Rogério na fila. Uma semana depois, dia 20 de janeiro, o hospital entrou em contato com Caroline já agendando a cirurgia para 27 de janeiro. Na ocasião, ele realizou uma ressecção transuretral (raspagem de bexiga) e realizará uma nova colonoscopia para que o próximo tratamento seja definido. 

Todo esse processo, desde que meu pai apresentou sintomas, levou seis meses. Se não fosse a orientação de vocês, ele estaria na fila até agora e sabe-se lá quando iam agendar a cirurgia dele”, comenta Caroline. 

E você, conhece a lei e seus direitos e sabe como fazê-los valer? Entre em contato pelo Ligue Câncer e informe-se sobre suas dúvidas.



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