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INCA responde Oncoguia sobre estimativas do mieloma múltiplo

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 24/03/2021 - Data de atualização: 24/03/2021


O que houve?

No dia 25/02, o Instituto Oncoguia questionou o INCA sobre a inexistência de estimativas para o mieloma múltiplo no documento "Estimativa 2020 - Incidência do Câncer no Brasil". No dia 15/03 o INCA nos respondeu informando que o mieloma múltiplo é uma doença rara e que as metodologias atuais não permitem a projeção de sua incidência isolada.

QUESTIONAMENTO

"No documento intitulado "Estimativa 2020 - Incidência do Câncer no Brasil", o INCA divulga a estimativa de incidência de câncer em localizações primárias, selecionadas com base em critérios gerais envolvendo a magnitude da mortalidade ou da incidência e aspectos ligados ao custo e à efetividade de programas de prevenção. Não consta no documento a incidência do mieloma múltiplo. Diante disso, solicitamos dados sobre a estimativa desta neoplasia para o ano de 2020 (também aplicável ao ano de 2021 e 2022)."

RESPOSTA NA ÍNTEGRA

“Em atenção à demanda SIC/MS nº 25072.005262/2021-81, interposta pelo (a) sr. (a). Instituto Oncoguia, transmitimos resposta da coordenação de prevenção e vigilância do Inca: “A Divisão de Vigilância E Análise De Situação (DIVASI) do Inca tem como missão organizar as informações sobre câncer no Brasil. Para tanto, a DIVASI utiliza informações provenientes de Registros de Câncer de Base Populacional (RCBP), Registros Hospitalares de Câncer (Rhc) e detalhamento de informações sobre mortalidade por câncer, através do atlas de mortalidade. As estimativas do câncer realizadas pelo Inca seguem padrões metodológicos internacionalmente reconhecidos. O mieloma múltiplo (c90.0) é uma doença rara, e infelizmente as metodologias atuais para estimativas de câncer não permitem projetar a incidência destes tumores isoladamente. 

É possível encontrar informações referentes a casos incidentes de mieloma múltiplo nas cidades que possuem RCBP, utilizando o código cid-10 c90.0, através do tabulador disponível na página do Inca: https://www.inca.gov.br/basepopincidencias/home.action ; nesta mesma página também é possível solicitar o download da base. Informações sobre o perfil de casos nos hospitais podem ser tabulados ou baixados do site integrador RHC, com informações provenientes de hospitais que prestam assistência aos pacientes com câncer: https://irhc.inca.gov.br/rhcnet/. Neste sistema, utiliza-se a cid-o3, e os mielomas múltiplos são identificados através do código morfológico m9732/3. No atlas de mortalidade (https://www.inca.gov.br/app/mortalidade) é possível obter informações sobre os óbitos por mieloma múltiplo e neoplasias malignas de plasmócitos combinados, selecionando o código c90. O detalhamento pode ser feito por região, estados e municípios, por sexo e por idade.”

Na oportunidade colocamos a ouvidoria geral do Inca a sua disposição.”

E agora?

Apesar da falta de dados de incidência sobre esta neoplasia, é possível a realização de um levantamento de óbitos como informado pelo INCA. Enfatizamos a necessidade do aprimoramento e da integração dos sistemas de informação garantindo-se a ampliação do banco de dados inerentes à estimativas, mortalidade e todos os demais indicadores capazes de nortear a construção e aprimoramento de políticas públicas em saúde. 
 

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