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Imunoterapia para Câncer de Bexiga

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 07/05/2015 - Data de atualização: 25/06/2018


A imunoterapia consiste no uso de medicamentos para ajudar o sistema imunológico de uma pessoa a reconhecer e destruir as células cancerígenas. A imunoterapia, às vezes, pode ser usada no tratamento do câncer de bexiga.

BCG Intravenoso

A BCG pode ser administrada diretamente na bexiga através de um cateter inserido pela uretra. Isso ativa as células do sistema imunológico na mucosa da bexiga, e estas células imunes passam a atacar as células do câncer superficial de bexiga.

Para alguns tipos de câncer em estágio inicial, a BCG pode ser usada após a ressecção transuretral do tumor para evitar a recidiva da doença. Este tratamento não serve para casos de câncer invasivo na parede da bexiga.

Inibidores do Controle Imunológico (Inibidores de "check-point")


Uma função importante do sistema imunológico consiste em sua capacidade de atacar as células normais e anormais no corpo. Para fazer isso, ele usa pontos de verificação – as chamadas moléculas de controle em células imunológicas que precisam ser ativadas (ou desativadas) para iniciar uma resposta imunológica. As células cancerígenas, às vezes, usam esses pontos de controle para evitar de serem atacadas pelo sistema imunológico. Os medicamentos imunoterápicos modernos têm como alvo esses pontos de controle, reestabelecendo a atividade destas células da imunidade no combate às células cancerosas.

Atezolizumabe, Durvalumabe e Avelumabe. São medicamentos que têm como alvo o PD-L1, uma proteína nas células (incluindo algumas células cancerígenas) que ajuda a evitar que o sistema imunológico ataque as células tumorais. Ao bloquear a PD-L1, estes medicamentos aumentam a resposta imunológica contra as células cancerígenas. Isso pode reduzir alguns tumores ou retardar seu crescimento.

Nivolumabe e Pembrolizumabe. Têm como alvo o PD-1, outra proteína que normalmente ajuda a manter o sistema imunológico sob controle. O bloqueio da PD-1 pode ajudar o sistema imunológico a atacar as células cancerosas.

Qualquer um desses medicamentos pode ser usado em pacientes com doença avançada que continua progredindo após a quimioterapia. Estes imunoterápicos estão aprovados para uso após falha de tratamento com uma classe de quimioterápicos chamada de platina.

Esses medicamentos são administrados por infusão intravenosa, a cada 2 ou 3 semanas.

Possíveis Efeitos Colaterais

Embora imunoterápicos sejam bem tolerados na maioria dos pacientes, os efeitos colaterais comuns destes medicamentos incluem fadiga, náuseas, perda de apetite, febre, infecções do trato urinário, erupções cutâneas, diarreia e constipação.

Menos frequentemente, podem ocorrer efeitos colaterais mais sérios. Esses medicamentos agem, basicamente, removendo os freios no sistema imunológico do organismo. Às vezes, o sistema imunológico começa a atacar outras partes do corpo (desencadeando ou piorando doenças autoimunes), o que pode provocar problemas nos pulmões, intestinos, fígado, glândulas produtoras de hormônios ou outros órgãos.

É muito importante relatar quaisquer novos efeitos colaterais ao seu médico. Se ocorrerem efeitos colaterais importantes, o tratamento pode ser interrompido e o médico pode prescrever altas doses de corticosteroides para suprimir seu sistema imunológico.

Para saber mais, consulte nosso conteúdo sobre Imunoterapia.

Para saber se o medicamento que você está usando está aprovado pela ANVISA acesse nosso conteúdo sobre Medicamentos ANVISA.

Fonte: American Cancer Society (18/05/2017)


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