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Hospital do Câncer sobre com falta de médicos

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 15/05/2013 - Data de atualização: 15/05/2013


O Hospital do Câncer de Barretos (a 94 quilômetros de Rio Preto) deixa de atender cerca de 200 pacientes por dia com a falta de médicos especialistas, segundo o diretor Henrique Prata. As principais necessidades são oncologistas, pediatras, anestesistas, nefrologistas, endoscopistas e radiologistas.

Ao todo, entre as unidades de Barretos e Jales (147 quilômetros de Rio Preto), são necessários 14 profissionais.

A especialidade com mais carência é oncologia. "Eram necessários oito médicos, conseguimos três e, agora, precisamos de mais cinco oncologistas”, afirma Prata.

Um dos principais problemas apontados pelo diretor do Hospital é a diminuição de cursos de medicina pelo país. "Estão sendo formados poucos profissionais a cada ano, o que faz com que se acirrem a disputa por estes profissionais. Se há falta de médicos no geral, imagine para tratamento de câncer”, comentou.

Para Prata, a disputa por médicos aumentará nos próximos anos e, até conseguir um resultado satisfatório, terá de arcar com o problema.
"É conviver com a carência, o que se vai fazer? Abriram novos cursos de medicina e a solução virá no médio prazo. Em oito anos a situação estará um pouco melhor, mas nos próximos cinco anos será pior do que é hoje”, ressalta.

Europa

Quando a falta de especialistas chegou ao hospital do Câncer, Prata pensou em contratar médicos vindos da Europa.

Pouco tempo depois, as dificuldades burocráticas deixaram o diretor geral com pouco otimismo. 

"É muito difícil as pessoas prestarem prova (necessária para médicos formados fora do Brasil que pretendem exercer a profissão no país). Achei que era mais fácil, mas é complexo”, afirma.

Pacientes

Por sorte, os pacientes não sentiram, ainda, a falta de profissionais. "No começo há espera de um mês para ser atendido, mas depois fica mais tranquilo. O atendimento é ótimo e houve ‘desafogamento’ com o atendimento em Jales”, afirma Sioneia Magali Garcia, 62 anos, presidente da Associação dos Ostomizados de Rio Preto.

Fonte: Rede Bom Dia


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