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Homens ignoram filtro solar

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 15/05/2013 - Data de atualização: 15/05/2013


Por Lais Cattassini

O uso de protetor solar ainda não é um hábito entre os homens da capital. Segundo um levantamento do Instituto Nacional de Câncer (Inca) com 1.211 pessoas da cidade, apenas 8,5% dos paulistanos costumam passar o filtro diariamente, índice que chega a 24,5% entre as mulheres.

O descaso masculino é preocupante, na avaliação dos especialistas, porque o protetor solar tem papel fundamental na prevenção do câncer de pele, o mais frequente entre os tumores. É por isso que o câncer de pele não melanoma, o tipo menos invasivo, é mais comum justamente no público masculino: a proporção no País é de 85 casos em 100 mil homens ante 55 casos em 100 mil mulheres. "A mulher é mais vaidosa e sabe que a proteção solar também previne contra o envelhecimento. O homem não se importa tanto com isso”, diz o diretor do Instituto Oncoguia, Rafael Kaliks.

Para 2011, o Inca estima 489 mil novos tumores, sendo 120 mil deles relacionados à pele, incluindo o melanoma, a mais agressiva entre as neoplasias cutâneas. Ou seja: um a cada quatro casos de câncer no País corresponde a um tumor de pele. "A regra é não se expor ao sol no período entre 10h e 16h, quando a incidência de raios UVB é maior”, afirma o cirurgião oncológico do Hospital 9 de Julho, Renato Santos de Oliveira.

Coordenadora do ambulatório de linfomas cutâneos da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Solange Pistori Teixeira diz que o protetor é subestimado em regiões distantes do litoral. "A maioria da população usa o filtro apenas quando está na praia ou em momentos de lazer”, observa.

Segundo Solange, a proteção é necessária mesmo em dias nublados. "O raio UVA é mais nocivo, pois não queima a pele e atinge camadas mais profundas. Sempre que há luz esse raio está presente”, explica. Ela lembra que o uso do protetor deve estar associado a barreiras físicas, como chapéus e roupas.

Para proteger as pessoas que trabalham ao ar livre, o Inca negocia com Sistema Único de Saúde (SUS) a distribuição de bloqueadores solares. "Sabemos que o protetor é um luxo. O cuidado com a pele não é a prioridade das pessoas de baixa renda”, diz a técnica da divisão de informação da coordenadoria de prevenção do Inca, Marceli de Oliveira Santos. "É um processo de educação continuada. Precisamos conscientizar a população e mudar os comportamentos”, afirma.

Para um diagnóstico precoce da doença, é preciso atenção a pintas e manchas na pele. Segundo o dermatologista do Hospital A. C. Camargo, Elimar Gomes, pintas novas, de coloração estranha e formatos irregulares podem indicar a existência de um tumor. "Se há feridas ou sangramentos é necessário procurar o médico”, diz.

Fonte: texto veiculado no Jornal da Tarde

Data da publicação: 15/12/2010 


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