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Ginecologista alerta para alto número de casos de câncer de colo de útero

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 26/03/2020 - Data de atualização: 26/03/2020


O Instituto Nacional de Câncer (INCA) aponta que o câncer de colo de útero é o terceiro mais incidente na população feminina brasileira. A instituição estima que, somente neste ano, devem surgir 16.590 novos casos da patologia, que costuma estar ligada ao Papilomavírus Humano (HPV). Dados como este mostram a importância do Dia Mundial de Combate à doença, celebrado neste dia 26, que traz a conscientização como arma para evitar o aparecimento da doença.

O ginecologista e especialista em reprodução humana Condesmar Marcondes endossa o tema da campanha mundial. O médico santista entende que grande parte dos casos poderia ser evitado com a prevenção.

"O número de casos no país é alto, e a prevenção poderia mudar este quadro, até porque evitar a doença é fácil e simples. Basta uso de preservativos, já que a maioria das contaminações ocorre em relações sexuais, e de vacinas disponibilizadas pela rede pública", diz. Podem ser imunizados meninos de 11 a 14 anos e meninas de 9 a 14 anos.

Além disso, existe o exame preventivo, conhecido como Papanicolau, que serve para detectar lesões que possam dar início à doença. "Ele pode ser feito por mulheres a partir do início da vida sexual e não tem idade limite para ser realizado. Serão avaliadas lesões vagina, que sempre surgem após o sexo. Se houver alguma coisa diferente nessas pequenas feridas, o exame vai mostrar", explica o médico.

Marcondes faz, ainda, um alerta. Embora seja comum que pessoas infectadas ou em estágios avançados da doença apresentem sangramento vaginal intermitente, secreção vaginal anormal ou dor abdominal, a mulher pode não apresentar qualquer sintoma no começo da patologia.

"Observamos que, na grande maioria dos casos, a infecção inicialmente é assintomática. Isso quer dizer que não há qualquer manifestação da doença. Isso aumenta a necessidade de prevenção, indo regularmente ao ginecologista. Afinal, mesmo que a pessoa não sinta nada, se houver algo anormal, este profissional vai perceber as alterações e começar o tratamento. Descoberto no início, este câncer tem grandes chances de desaparecer", ressalta.

Não há tratamento específico para a patologia, já que isso depende da  evolução da doença, do tamanho do tumor e de fatores pessoais. Contudo, podem ser indicadas cirurgia, quimioterapia e/ou radioterapia.

Sendo assim, Condesmar Marcondes reitera: "A procura regular do ginecologista e a conscientização são essenciais".

Fonte: Diário do Litoral

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