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Fumar e beber elevam risco de câncer no pescoço, como do marido de Hickmann

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 12/11/2020 - Data de atualização: 12/11/2020


O marido da apresentadora Ana Hickmann, Alexandre Correa, contou aos seguidores no Instagram que está lutando contra um câncer no pescoço. O empresário de 54 anos está fazendo sessões de quimioterapia e radioterapia diariamente.

"No dia 17 de outubro eu fui submetido a uma cirurgia para tirar um linfonodo. O linfonodo, de fato, era um tumor em metástase, que estava deitado entre debaixo do maxilar e a base do crânio, bem grande. Mas ele foi retirado inteiro com sucesso. E foi diagnosticado, então, câncer", explicou.

Correa também disse que está passando bem e espera, em meados de dezembro, finalizar o tratamento.

Câncer de cabeça e pescoço é perigoso
De acordo com dados do Inca (Instituto Nacional de Câncer), a cada ano surgem 43 mil novos casos de cânceres que envolvem as regiões da cabeça e do pescoço, resultando em 10 mil mortes por ano.

Esses tipos de cânceres têm alto índice de letalidade, especialmente porque os pacientes já chegam para tratamento em estágios avançados da doença.

"Ficar atento aos sintomas persistentes, como manchas avermelhadas ou brancas na boca, aftas, lesões nos lábios que não cicatrizam, rouquidão que não melhora, nódulos no pescoço, dificuldade para engolir e mudança na voz, é fundamental para buscar um serviço de saúde, identificar o câncer e realizar um diagnóstico precoce", alerta Marco Aurélio Kulcsar, chefe do serviço de cirurgia de cabeça e pescoço do Icesp (Instituto do Câncer do Estado de São Paulo).

Flavio Hojaij, professor da FMUSP, cirurgião e ex-secretário e diretor científico da SBCCP (Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço), também explica que, quando o tumor é detectado em fase inicial, o tratamento é mais eficaz e deixa poucas sequelas.

Como é o tratamento?
Há várias opções de tratamento para esses tumores, como radioterapia, quimioterapia, terapia alvo, cirurgia e até uma combinação entre elas, dependendo do caso.

E vale mencionar que quando o tumor é grande, os efeitos colaterais da doença podem ser devastadores. Um exemplo seria o tumor das cordas vocais: quando observado em estágio inicial, tem uma probabilidade de mais de 90% de cura, mas passa a ter menos de 30% de chances de sucesso se estiver em um nível mais avançado.

Na dúvida, procure um médico
Se qualquer sinal de alerta persistir por mais de 15 dias é importante procurar uma avaliação médica. Quanto antes o paciente for diagnosticado, maiores são as chances de cura.

"O prognóstico dos cânceres de cabeça e pescoço varia conforme seu estadiamento. Nos casos precoces, podemos falar em cura em torno de 70 a 90%. Já nos tumores maiores, em fase avançada, a sobrevida cai para 30 a 50%, além de elevar o custo do tratamento. Os tumores precoces possuem custo de tratamento 10 vezes menor que os avançados", comenta Luiz Paulo Kowalski, professor titular da disciplina de cirurgia de cabeça e pescoço da FMUSP (Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo).

Além disso, quando se fala em prevenção de câncer de cabeça e pescoço, tabagistas e etilistas devem ter atenção redobrada, pois cigarro e álcool são fatores de risco e aumentam as chances de desenvolver a doença.

Fonte: Viva Bem



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