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Fórum reúne especialistas para discutir a realidade do câncer

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 19/05/2016 - Data de atualização: 19/05/2016



Dois dias para discutir um dos males que mais assustam as pessoas: o câncer. Não a doença em si, mas o acesso ao diagnóstico precoce e ao tratamento. O 6º Fórum Nacional de Políticas de Saúde em Oncologia reúne, até hoje, na Associação Médica de Brasília (AMBr), profissionais de todos os estados brasileiros envolvidos com a temática. A ideia é incentivar, entre as importantes instituições, parlamentares e especialistas em oncologia e políticas de saúde, discussões sobre a realidade do mal no país, em iniciativa do Instituto Oncoguia.

"O evento ocorre há seis anos e está dentro de um dos pilares essenciais do trabalho da Oncoguia, que é a missão de ajudar o paciente com câncer a viver melhor. Temos o dever de chamar a atenção para os importantes problemas enfrentados pelos pacientes no país. Se não melhorarmos o acesso e garantirmos que as nossas políticas públicas sejam efetivas, nada acontecerá. Os pacientes continuarão sem acesso”, alertou a presidente do Instituto Oncoguia, Luciana Holtz.

Para ela, o importante é mostrar a possibilidade de reunir em uma mesa de discussão diferentes pontos de vista buscando o consenso em benefício do paciente oncológico. "Queremos trazer conhecimentos bem traduzidos e de maneira amigável para que o paciente se sinta acolhido. A informação deve aproximar, nunca afastar. Neste ano, resolvemos focar o tema no acesso ao diagnóstico e no tratamento da doença, que são dois gargalos muito comuns do nosso debate. Se conseguirmos fazer a diferença nessas áreas, poderemos salvar vidas”, explicou.

A abertura do evento contou com a participação do diretor científico do Grupo Oncoclínicas, Gilberto Lopes. Ele palestrou sobre o câncer como uma prioridade global. Segundo Gilberto, atualmente, o câncer mata mais pacientes ao ano do que doenças como malária, tuberculose e Aids juntos. "É realmente um problema sério. Mais da metade dos casos e 60% das mortes ocorrem em países com menos recursos”, afirmou. "Por isso, é extremamente importante conversar sobre câncer e saúde pública, especialmente porque hoje temos muitas ferramentas para prevenir, fazer detecção precoce e tratamento adequados”, acrescentou.

Transparência

Entre as propostas do fórum também está a necessidade de dar maior transparência ao caminho do paciente de câncer na rede de assistência. Um modelo do aplicativo Waze de navegação está entre os projetos, mas com o conceito voltado para o usuário do Sistema Único de Saúde (SUS). Nele, os pacientes teriam as informações necessárias sobre toda a programação do tratamento. "O intuito é que o paciente saiba quais são os próximos passos e quando receberá seu atendimento”, ensinou o especialista Tiago Farina Matos, do Grupo Oncoguia.

"É angustiante quando um paciente liga e diz que recebeu uma indicação para o exame e está esperando há mais de dois meses por uma vaga. Nós não podemos ficar confortáveis com uma situação como essa. O aplicativo seria, basicamente, formado por oferta de serviço e gerenciamento da demanda. Se não é possível estabelecer um modelo informatizado neste momento, podemos tentar buscar alternativas analógicas, mas não queremos deixar pacientes sem informações”, completou.

A organização do evento estima que até hoje, quando se encerram os debates, mais de 500 pessoas participem do fórum. Os interessados podem se inscrever gratuitamente na página do congresso (www.oncoguia.org.br) ou no próprio local (confira Programação).

Para o usuário do SUS

Trata-se de um conceito-proposta pensado pelo Instituto Oncoguia, baseado no funcionamento do famoso aplicativo colaborativo de navegação por GPS Waze. Nele, o paciente do SUS deve ter acesso pleno a informações que lhe permitam identificar: o caminho exato que ele deve percorrer no SUS para ter acesso às ações e serviços de saúde; a posição atual dentro do fluxo assistencial; a data e a hora do agendamento do próximo atendimento; e a transparência dos eventuais problemas enfrentados pelos diversos polos do sistema, de modo a fomentar não só a confiança do paciente no sistema como no controle social.

Matéria publicada no Correio Braziliense em 19/05/2016


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