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Fisioterapia no pós operatório de tumores ósseos

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 09/07/2016 - Data de atualização: 09/07/2016


Dentre as neoplasias malignas, os tumores ósseos podem ser primários ou metastáticos. As metástases ósseas são muito mais comuns que as neoplasias primárias ósseas.

As localizações preferenciais das metástases por ordem de acometimento são: coluna, fêmur, úmero, ilíaco e tíbia proximal. Já nos tumores primários o fêmur é o principal local de acometimento, tanto nos tumores ósseos malignos, quanto benignos.

Os sintomas dos tumores nos ossos, sendo eles metastáticos ou não, podem ser: dor, intumescimento da área afetada, calor local, redução da força muscular e da amplitude de movimento, fratura patológica e consequente perda funcional.

O tratamento das neoplasias ósseas objetiva a cura e a prevenção ou erradicação de metástases. A intervenção médica no tratamento de indivíduos com neoplasia óssea pode incluir quimioterapia, cirurgia e/ou radioterapia.

Os pacientes com osteosarcomas podem ser submetidos a cirurgia de amputação ou de preservação do membro acometido.  Se houver a preservação do membro, o paciente pode ser submetido a cirurgia de colocação de endoprótese, osso autólogo ou apenas a ressecção sem reconstrução. A escolha da técnica está relacionada ao tipo e extensão tumoral e trazem disfunções no pós-operatório, pois as funções do quadril são cruciais para a independência funcional de um indivíduo. As principais alterações encontradas no pós-operatório que influenciam na biomecânica do quadril são: dor; fraqueza muscular; contratura muscular; e alterações na marcha.

Cada tipo de cirurgia exige uma abordagem fisioterapêutica diferente. Um programa de tratamento fisioterapêutico especializado é imprescindível para uma recuperação mais rápida e adequada. A abordagem fisioterapêutica deve englobar recursos, técnicas, exercícios e manobras que objetivem analgesia, redução do processo inflamatório local e ganho de amplitude de movimento.

Na primeira semana de pós operatório é importante fazer o treino de transferência de em pé para sentado; sentado para deitado de forma independente e iniciar o fortalecimento das cadeias musculares envolvidas seguido de treino sensório motor, de coordenação e de marcha.

Se houver amputação do membro é recomendado o enfaixamento do coto e iniciar a reabilitação pré protética. A fase de pré-protetização deverá englobar um programa de exercícios com fortalecimento global, dessensibilização do coto e diminuição da dor fantasma com o uso de eletroterapia, acupuntura ou técnicas de massagem. A fase de pós-protetização deverá ser focada no treino de colocação e retirada da prótese, treino de equilíbrio, treino de passada e marcha, subida e descida de rampas, degraus e, por fim, treino de marcha em terreno irregular.

Os exercícios devem ser realizados com supervisão especializada. Para isso procure fisioterapeutas especialistas, eles saberão prescrever os exercícios mais corretos para cada caso!

Até a próxima!
Jaqueline Munaretto Timm Baiocchi


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