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Fatores Prognósticos da Leucemia em Crianças

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 17/08/2013 - Data de atualização: 19/05/2017


As diferenças entre os pacientes que afetam a resposta ao tratamento são denominadas fatores prognósticos e ajudam a decidir se uma criança com leucemia deve receber o tratamento padrão ou um tratamento mais intensivo. Esses fatores parecem ser mais importantes na leucemia linfoide aguda (LLA) do que na leucemia mieloide aguda (LMA).

Fatores Prognósticos para LLA

  • Idade ao Diagnóstico. Crianças entre 1 e 9 anos tendem a ter melhores taxas de cura. Crianças com menos de 1 ano e mais de 10 anos são consideradas de alto risco.

  • Contagem Inicial das Células Brancas. Crianças com uma contagem elevada de glóbulos brancos no momento do diagnóstico são classificadas como de alto risco e precisam de um tratamento mais intensivo.

  • Subtipo de LLA. Crianças com LLA pré B precoce ou pré B geralmente tem melhor prognóstico do que aquelas com LLA de células B maduras (Burkitt). O prognóstico para LLA de células T parece ser aproximadamente o mesmo que para LLA de células B. Desde que o tratamento seja intensivo.

  • Gênero. Meninas podem ter uma chance um pouco maior de cura do que os meninos. Como os tratamentos têm melhorado nos últimos anos, essa diferença diminuiu.

  • Raça. Crianças negras e hispânicas tendem a ter uma menor taxa de cura do que as crianças de outras raças.

  • Disseminação da Doença. A disseminação da doença para o líquido cefalorraquidiano ou para os testículos dos meninos aumenta a chance de um resultado pior. Aumento do baço e do fígado está geralmente ligado a uma contagem de leucócitos elevada, mas alguns médicos veem isso como um sinal diferente do prognóstico.

  • Número de Cromossomos. As crianças são mais susceptíveis de serem curadas, se as células de leucemia têm mais de 50 cromossomas (hiperdiploidia), em especial se houver um cromossomo extra 4, 10 ou 17. Hiperdiploidia também pode ser expressa como índice de DNA maior que 1,16. Crianças cujas células leucêmicas têm menos do que 46 cromossomos têm um prognóstico menos favorável.

  • Translocações Cromossômicas. Translocações resultam da troca de material genético (DNA) entre os cromossomos. As crianças cujas células de leucemia têm uma translocação entre os cromossomos 12 e 21 são mais susceptíveis de serem curadas. Aqueles com uma translocação entre os cromossomos 9 e 22 (cromossomo Filadélfia), 1 e 19, ou 4 e 11 tendem a ter um prognóstico menos favorável. Alguns desses fatores prognósticos ruins se tornaram menos importantes nos últimos anos com as melhorias no tratamento.

  • Resposta ao Tratamento. Crianças cuja doença responde completamente ao tratamento em 1 a 2 semanas de quimioterapia têm um melhor prognóstico.

Fatores Prognósticos para LMA


  • Idade ao Diagnóstico. Crianças de até 2 anos parecem ter melhor prognóstico do que as crianças mais velhas, embora o efeito da idade não seja tão importante.

  • Contagem Inicial das Células Brancas. As crianças com leucemia mieloide aguda, cuja contagem de leucócitos é inferior a 100.000 células por milímetro cúbico no momento do diagnóstico têm mais chances de cura.

  • Síndrome de Down. Crianças com síndrome de Down tendem a ter um bom prognóstico, especialmente se tiver até 4 anos no momento do diagnóstico.

  • Subtipo de LMA. Alguns subtipos de LMA tendem a ter um melhor prognóstico do que outros.

  • Citogenética. Crianças com translocações de células leucêmicas entre os cromossomos 15 e 17 ou entre 8 e 21 anos, ou ainda com uma inversão do cromossomo 16 têm maiores chances de serem curadas. Crianças com monossomia 7 têm um pior prognóstico. A monossomia 7 significa que as células de leucemia perderam uma das cópias do cromossomo 7.

  • Síndrome Mielodisplásica. Crianças que tem síndrome mielodisplásica (leucemia latente) ou cuja leucemia é devido ao tratamento para outro tipos de câncer tendem a ter um prognóstico menos favorável.

  • Resposta ao Tratamento. Crianças cuja leucemia responde rapidamente ao tratamento são mais susceptíveis de serem curadas do que aquelas cuja doença leva mais tempo para responder (ou não) ao tratamento.

  • Peso Corporal. Crianças dentro de uma faixa de peso normal tendem a responder melhor ao tratamento do que aquelas acima ou abaixo do peso.

  • Raça/Etnia. Crianças negras e hispânicas tendem a ter uma menor taxa de cura do que as crianças de outras raças.

Condição da Leucemia Aguda após Tratamento


Quando a LLA ou a LMA respondem bem ao tratamento inicial o prognóstico a longo prazo é melhor.

Remissão

Uma remissão completa é geralmente definida como não ter nenhuma evidência de leucemia após o tratamento. Isto significa que:

  • A medula óssea contém menos do que 5% de células blásticas.
  • A contagem de células sanguíneas estão dentro dos limites normais.
  • Não existem sinais ou sintomas da doença.


Uma remissão completa significa que não existe nenhuma evidência de células leucêmicas na medula óssea, mesmo quando são realizados exames de laboratórios muito sensíveis. No entanto, ainda quando a leucemia está em remissão, isto nem sempre significa que ela foi curada.

Doença Residual Mínima


O termo doença residual mínima é usado após o tratamento, quando as células leucêmicas não são encontradas na medula óssea por meio de exames de laboratório, mas podem ainda ser detectadas em exames mais sensíveis, como coma a citometria de fluxo.

Doença Ativa


Doença ativa significa ou que existem provas de que a leucemia ainda está presente durante o tratamento, ou que a doença voltou após o tratamento.

Fonte: American Cancer Society (03/02/2016)


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