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Exames para Diagnóstico dos Tumores Gastrointestinais (GIST)

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 18/03/2013 - Data de atualização: 20/03/2018


Se o exame físico e os resultados dos exames de imagem sugerem um diagnóstico de GIST, o médico solicitará a realização de outros exames, como:

  • Endoscopia

Na endoscopia é utilizado um tubo fino e flexível, chamado endoscópio, que possui lentes e luz próprias, na extremidade, permitindo a visualização do trato digestivo através da outra extremidade do aparelho ou de um monitor de vídeo. Durante este exame podem ser obtidas amostras de tecido das áreas suspeitas, que serão posteriormente enviadas para um laboratório de análises. Este procedimento é realizado com o paciente sedado.

  • Endoscopia Digestiva Alta

A endoscopia digestiva alta permite ao médico examinar o revestimento interno do esôfago, estômago e primeira parte do intestino delgado (duodeno). Durante este exame podem ser obtidas amostras de tecido das áreas suspeitas, que serão posteriormente enviadas para um laboratório de análises. Este procedimento é realizado com o paciente sedado.

  • Colonoscopia

Neste exame, é observada toda a extensão do reto e do cólon com um colonoscópio. O colonoscópio tem uma câmera de vídeo na extremidade e está conectado a um monitor para visualização e análise simultânea do interior do cólon. O colonoscópio permite a introdução de instrumentos especiais para a remoção (biópsia) de áreas de aspecto suspeito, como pólipos.

Para uma boa visualização do interior do cólon, o mesmo deve estar vazio e limpo, o que significa o uso de laxantes na véspera do exame. A colonoscopia pode ser realizada num hospital, clínica ou consultório médico, sempre com o paciente sedado.

  • Cápsula Endoscópica

A endoscopia de cápsula (cápsula endoscópica) permite examinar o revestimento da parte média do trato gastrointestinal, que inclui as três porções do intestino delgado, uma parte do intestino que não pode ser alcançada pela endoscopia ou colonoscopia.

Neste procedimento, o paciente engole uma cápsula (2,6 cm), contendo em seu interior uma microcâmera fotográfica, uma fonte de luz e um transmissor microscópico, que faz imagens de alta resolução de segmentos do tubo digestivo. Estas imagens são transmitidas eletronicamente a um dispositivo usado ao redor da cintura do paciente. A cápsula é impulsionada pelos movimentos peristálticos através do trato digestivo e eliminada naturalmente pela defecação. Durante o trajeto da cápsula são feitas muitas imagens que serão montadas como um filme contínuo para depois serem analisadas.

Este exame não requer sedação e o paciente retorna às suas atividades diárias normais, enquanto a cápsula viaja através do trato GI. Esta técnica é nova, e a melhor maneira de usá-la ainda está sendo estudada.

  • Enteroscopia de Balão Duplo

A enteroscopia com sistema de duplo balão consiste no exame endoscópico das partes profundas do intestino delgado. Neste procedimento, se utiliza um aparelho especificamente desenhado para este fim que possibilita a observação detalhada da mucosa com imagens de alta resolução.

Este exame tem uma tecnologia sofisticada, além de utilizar um sistema com vídeo-endoscópico desenhado especificamente para examinar o intestino delgado, em uma de suas extremidades é acoplado um balão e introduzido dentro do "over-tube”, na outra extremidade é acoplado outro balão e ambos são utilizados em conjunto.  Os balões são insuflados e desinsuflados de forma segura e eficaz, através de uma bomba de ar que, por meio de toques, permite um rigoroso controle da pressão dentro dos balões. O exame pode ser realizado por via oral ou anal.

  • Ultrassom Endoscópico

No ultrassom endoscópico, a sonda do ultrassom é colocada sobre a ponta do endoscópio, o que permite uma melhor visualização do tumor.

O ultrassom endoscópico pode ser utilizado para detectar a localização exata do GIST e determinar seu tamanho. Esse procedimento também permite diagnosticar se existe comprometimento da parede do trato digestivo (esôfago, estômago, intestino ou reto), além de mostrar se o tumor se disseminou para os linfonodos ou outros órgãos.

Fonte: American Cancer Society (17/05/2017)


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