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Exames para Diagnóstico do Linfoma Não Hodgkin

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 20/06/2015 - Data de atualização: 11/10/2018


Todas as amostras removidas durante a biópsia são analisadas por um patologista, médico especializado na avaliação de células, tecidos e órgãos para diagnosticar uma doença. Se células cancerosas estão presentes, o patologista determinará o tipo de linfoma a que corresponde. Os patologistas podem determinar o tipo de linfoma, mas geralmente outros exames são necessários para confirmar o diagnóstico.

Citometria de fluxo e imunohistoquímica. Para a citometria de fluxo e imunohistoquímica, as amostras de biópsia são tratadas com anticorpos que se ligam a determinadas proteínas nas células. As células são então analisadas no laboratório (imunohistoquímica) ou com uma máquina especial (para citometria de fluxo) para verificar se os anticorpos se ligam a elas. Esses testes podem ser úteis para distinguir se um linfonodo está aumentado devido ao linfoma, algum outro tipo de câncer ou uma outra doença não maligna. Estes testes também podem ser usados para imunofenotipagem, classificando o linfoma de acordo com os antígenos presentes em sua superfície. Diferentes tipos de linfócitos têm diferentes antígenos em sua superfície. Este exame é muito útil para ajudar os médicos a determinar o tipo exato de linfoma de modo que eles possam definir o melhor tratamento.

Testes cromossômicos. Células humanas normais têm 23 pares de cromossomos, cada um de um certo tamanho e que se parecem de uma certa maneira no laboratório. Mas em alguns tipos de linfoma, as células têm alterações em seus cromossomos, como ter muitos, muito poucos ou cromossomos anormais. Essas mudanças podem ajudar a identificar o tipo de linfoma.

  • Citogenética. Neste teste, as células são estudadas quanto as anormalidades cromossômicas, que podem ajudar a identificar o tipo de linfoma.
     
  • Hibridização fluorescente in situ (FISH). FISH utiliza corantes fluorescentes especiais que só se ligam a partes específicas dos cromossomos. O exame FISH pode detectar a maioria das alterações cromossômicas (como translocações), bem como algumas alterações muito pequenas que não são visualizadas na citogenética normal.
     
  • Reação em cadeia da polimerase (PCR). A reação em cadeia da polimerase é um exame de DNA muito sensível, que pode detectar alterações mínimas no cromossomo. Este exame também pode detectar certos genes que foram ativados e estão contribuindo para o crescimento das células anormais do linfoma.

Fonte: American Cancer Society (01/08/2018)



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