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Exames para Diagnosticar se o Câncer de Mama está Disseminado

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 20/06/2017 - Data de atualização: 20/06/2017


Se uma paciente é diagnosticada com câncer de mama e de acordo com o exame físico, tamanho do tumor e sintomas apresentados o médico suspeitar que a doença pode ter se disseminado serão solicitados a realização de outros exames, como:

  • Radiografia de Tórax. A radiografia de tórax é realizada para diagnosticar se a doença se disseminou para os pulmões.

  • Cintilografia Óssea. Este exame pode mostrar se a doença se disseminou para os ossos. O exame pode mostrar todos os ossos do corpo ao mesmo tempo e pode diagnosticar pequenas áreas de disseminação da doença não visualizadas num raios X.

  • Tomografia Computadorizada. É uma técnica de diagnóstico por imagens que utiliza a radiação X para visualizar pequenas fatias de regiões do corpo, por meio da rotação do tubo emissor de raios X ao redor do paciente. É o exame mais usado para visualizar as regiões do tórax e/ou abdome para diagnosticar a disseminação do câncer de mama para outros órgãos.

  • Ressonância Magnética. É um método de diagnóstico por imagem, que utiliza ondas eletromagnéticas para a formação das imagens. Este exame, além de permitir uma avaliação detalhada dos nódulos, sem a utilização de raios X, também proporciona uma visão mais abrangente da região profunda do tecido mamário.

  • Ultrassom. Ao contrário da maioria dos exames de diagnóstico por imagem, a ultrassonografia é uma técnica que não emprega radiação ionizante para a formação da imagem. Ela utiliza ondas sonoras de frequência acima do limite audível para o ser humano, que produzem imagens em tempo real de órgãos e tecidos do corpo.

  • Tomografia por Emissão de Pósitrons (PET). Moléculas de glicose, que são energia pura, são marcadas por um radioisótopo e injetadas nos pacientes. Como as células de tumores são ávidas da energia proveniente da glicose, esta vai concentrar-se nas células cancerígenas, nas quais o metabolismo celular é mais intenso. Alguns minutos depois da administração de glicose é possível fazer um mapeamento do organismo do paciente detectando ponto a ponto a concentração do radiofármaco no organismo.

Fonte: American Cancer Society (18/08/2016)


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