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Leucemia Mieloide Crônica (LMC)

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Exames de Laboratório para Leucemia Mieloide Crônica (LMC)

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 02/08/2015 - Data de atualização: 26/09/2018


Os exames de laboratório comumente utilizados para diagnosticar a leucemia mieloide crônica são:

  • Hemograma completo. Esse exame mede os níveis de diferentes células sanguíneas  que ajudam no diagnóstico da leucemia. O hemograma completo geralmente inclui um diferencial, que é uma contagem dos diferentes tipos de glóbulos brancos em sua amostra de sangue. A maioria dos pacientes com leucemia mieloide crônica apresentam glóbulos brancos imaturos no sangue e uma quantidade insuficiente de células vermelhas ou plaquetas. Embora estes resultados possam sugerir leucemia, a doença geralmente não é diagnosticada sem um estudo das células da medula óssea. Se o médico suspeitar que você possa ter leucemia, ele solicitará uma biópsia para ter certeza do diagnóstico.
     
  • Exame da medula óssea. Uma característica importante de uma amostra da medula óssea é a quantidade de células formadoras de sangue, o que é conhecido como celularidade. A medula óssea normal contém células formadoras de sangue e células adiposas. Se a medula óssea de um paciente tem mais células formadoras de sangue do que o esperado, diz-se que é hipercelular. Se poucas dessas células forem encontradas, a medula é denominada hipocelular. Em pacientes com leucemia mieloide crônica, a medula óssea é muitas vezes hipercelular porque contém muitas células leucêmicas. Estes exames também podem ser realizados após o tratamento para verificar se a leucemia está respondendo ao tratamento.
     
  • Exames bioquímicos. Esses exames medem a quantidade de determinadas substâncias químicas no sangue, mas não são feitos para diagnosticar a leucemia. Eles podem ajudar a diagnosticar problemas no fígado ou rins causados pela disseminação da doença ou pelos efeitos colaterais de certos medicamentos. Esses exames também determinam se o paciente precisa de tratamento para corrigir os níveis sanguíneos de certos minerais.

Fonte: American Cancer Society (19/06/2018)



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