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Leucemia Linfoide Crônica (LLC)

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Exames para Diagnóstico da Leucemia Linfóide Crônica (LLC)

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 27/07/2015 - Data de atualização: 20/08/2018


Os exames de laboratório comumente utilizados para diagnosticar a leucemia linfoide crônica são:

Hemograma completo e de sangue periférico

Estes exames avaliam os diferentes tipos de células do sangue, mudanças na quantidade e aparência dessas células ajudam no diagnóstico da leucemia.

Os pacientes com leucemia linfoide crônica têm uma quantidade aumentada de linfócitos (linfocitose). Ter mais de 10.000 linfócitos/mm³ pode sugerir leucemia linfoide crônica, mas é necessário a realização de outros exames para a confirmação diagnóstica.

Uma amostra de sangue é analisada sob o microscópio (esfregaço de sangue periférico). Se a leucemia linfoide crônica for confirmada, o exame de sangue periférico pode evidenciar  a presença de linfócitos anormais denominados células manchadas.

Citometria de fluxo

A citometria de fluxo é feita com um aparelho que consegue fazer medidas individuais de milhares de células, numa contagem exata que é essencial para a eficiência do tratamento da doença. Essa técnica é muitas vezes usada para examinar as células da medula óssea, gânglios linfáticos e amostras de sangue, para o diagnóstico das leucemias.

Este exame pode ser realizado para analisar se os linfócitos de uma amostra de sangue contém células de leucemia linfoide crônica. Ele também pode ser usado para o diagnóstico da leucemia linfoide crônica na medula óssea ou outros líquidos corporais.

A citometria de fluxo também pode ser utilizada para determinar a presença de ZAP-70 e CD38 sobre as células. Estudos sugerem que a leucemia linfoide crônica com poucas células com esses marcadores tem um melhor prognóstico.

Outros exames de Sangue

Outros exames podem ser realizados para medir a quantidade de determinados produtos químicos no sangue, mas não são usados para diagnosticar leucemias. Em pacientes com leucemia linfoide crônica, esses exames detectam problemas no fígado ou rim provocados pela proliferação das células leucêmicas ou devido aos efeitos colaterais da quimioterapia. Esses exames também determinam se é necessário tratamento adicional para corrigir a presença de determinados minerais no sangue. Se estiver previsto o tratamento com rituximab o médico pode solicitar exames de sangue para verificar a presença (ou não) do vírus da hepatite.

O nível de imunoglobulina no sangue (anticorpos) pode ser realizado para verificar se o paciente tem quantidades suficientes de anticorpos para combater infecções. A proteína beta-2-microglobulina também pode ser determinada. Níveis elevados desta proteína geralmente indicam leucemia linfoide crônica avançada.

Biópsia e aspiração da medula óssea

A biópsia e a aspiração da medula óssea são dois exames realizados ao mesmo tempo. As amostras são geralmente colhidas do osso da pelve, embora em alguns casos, possam ser colhidas do esterno ou outros ossos.

A biópsia da medula óssea é geralmente feita logo após a aspiração, com a remoção de uma amostra do osso com uma agulha. Estas amostras são enviadas para análise em um laboratório de patologia. Estes procedimentos também podem ser feitos após o tratamento para avaliar se a leucemia está respondendo à terapia.

Exames genéticos

  • Citogenética. Neste exame, os cromossomos das células leucêmicas são analisados para diagnosticar qualquer anormalidade. Em alguns casos de leucemia, as células apresentam alterações cromossômicas visíveis sob um microscópio.
  • Hibridização fluorescente in situ (FISH). Este é outro tipo de exame que avalia os cromossomos, usando corantes fluorescentes que só se ligam a partes específicas de cromossomos específicos. O FISH detecta a maioria das alterações cromossômicas (translocações), visíveis ao microscópio em exames citogenéticos, bem como pequenas alterações não visualizadas em exames de citogenética. FISH pode ser usado para diagnosticar alterações específicas nos cromossomos, podendo ser utilizado em exames de sangue ou em amostras da medula óssea.
  • Exames moleculares. Imunoglobulinas, anticorpos que ajudam o organismo no combate às infecções, são compostas de cadeias leves e pesadas. Se o gene para a cadeia pesada de imunoglobulina da região variável (IGHV ou IgVH) estiver alterado permite saber o grau de agressividade da doença. Esse gene é encontrado no sequenciamento do cDNA.

Biópsia dos linfonodos

A remoção de um gânglio linfático ou parte de um linfonodo é um procedimento importante no diagnóstico de linfomas, mas raramente é necessário nas leucemias.

Neste procedimento, o cirurgião faz uma incisão na pele e remove todo o linfonodo (biópsia excisional) ou apenas uma pequena parte (biópsia incisional). Se o linfonodo está localizado na superfície da pele, o procedimento é simples, e pode ser realizado sob anestesia local, mas se estiver em planos mais profundos será necessária anestesia geral.

Punção lombar

O procedimento utilizado para recolher amostras do líquido cefalorraquidiano ou líquor é chamado de punção lombar. O líquor é o líquido que banha o cérebro e a medula espinal. Para este exame o médico anestesia a parte inferior das costas e com auxílio de uma agulha, retira parte do fluido.

Este não é um exame de rotina para pacientes com leucemia linfoide crônica, só é realizado se houver suspeita de que células leucêmicas se disseminaram para a medula espinhal ou cérebro, ou se houver suspeita de infecção nessas regiões.

Fonte: American Cancer Society (10/05/2018)



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