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Exames de Laboratório para Diagnóstico do Câncer de Fígado

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 04/10/2015 - Data de atualização: 16/04/2019


O médico pode solicitar exames de laboratório por uma série de razões, como diagnosticar o câncer de fígado, saber porque fígado não está funcionando, avaliar o estado de saúde geral do paciente ou detectar sinais de doença após o tratamento.

Os exames de laboratório comumente solicitados para diagnosticar quaisquer problemas no fígado são:

  • Alfa-fetoproteína. A alfa-fetoproteína não se altera só em pessoas com carcinoma hepatocelular. Quando alterado em pessoas com fatores de risco para esse tipo de câncer, pode indicar a necessidade de mais investigação para confirmar (ou descartar) o diagnóstico. Porém, esse exame não se mostrou adequado para rastreamento, por não conseguir diagnosticar a maioria dos tumores de fígado ou, muitas vezes, não se alterar mesmo na presença do carcinoma hepatocelular. Este exame pode ser útil em pacientes já diagnosticados com câncer de fígado, para determinar a melhor opção terapêutica e também para avaliar a resposta do tratamento.
     
  • Exame da função hepática. Como o câncer de fígado muitas vezes se desenvolve em pacientes portadores de hepatite ou cirrose, os médicos precisam saber em que condições se encontra o fígado antes de iniciar o tratamento. Nestes casos podem ser solicitados exames que medem os níveis de certas substâncias no sangue que mostram como está funcionando o fígado.
     
  • Exame de coagulação do sangue. O fígado também produz proteínas que ajudam a coagular o sangue. Um fígado doente pode não produzir a quantidade ideal de fatores de coagulação, aumentando o risco de hemorragia. Nestes casos, é solicitado exames de sangue, como o tempo de protrombina para avaliar esse risco.
     
  • Exames de hepatite viral. Se o câncer de fígado ainda não foi diagnosticado, o médico pode solicitar exames de sangue para o diagnóstico de hepatite B e C.
     
  • Exames da função renal. Os exames de ureia e creatinina muitas vezes são realizados para avaliar o funcionamento dos rins.
     
  • Hemograma completo. O hemograma mede os níveis de glóbulos vermelhos, glóbulos brancos (que combatem infecções) e plaquetas (que ajudam na coagulação do sangue). Ele dá uma ideia das condições da medula óssea, onde as células sanguíneas são produzidas.
     
  • Bioquímica sanguínea. A análise química do sangue verifica os níveis de uma série de minerais e outras substâncias, algumas das quais podem ser alteradas pela doença.

Fonte: American Cancer Society (28/04/2016)



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