Tipos de Câncer

Câncer de Vesícula Biliar


Cadastro rápido

Receba nosso conteúdo por
e-mail

Tudo sobre o câncer

 
Mais Tipos de câncer

Curta nossa página

Financiadores

Roche Novartis Varian Bristol MerckSerono Lilly Amgen Pfizer AstraZeneca Bayer Janssen MSD ACS Mundipharma Takeda Susan Komen Astellas UICC Libbs Healthy Americas GBT Abbvie Ipsen Shire


  • tamanho da letra
  • A-
  • A+

Exames de Imagem para o Diagnóstico do Câncer de Vesícula Biliar

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 19/06/2013 - Data de atualização: 04/02/2017


Os exames de imagem ajudam a localizar a lesão e são extremamente úteis para determinar a extensão da doença o que se denomina estadiamento do câncer. Os principais exames utilizados para o diagnóstico e estadiamento do câncer de vesícula biliar são:

  • Ultrassom

Ao contrário da maioria dos exames de diagnóstico por imagem, a ultrassonografia é uma técnica que não emprega radiação ionizante para a formação da imagem. Ela utiliza ondas sonoras de frequência acima do limite audível para o ser humano, que produzem imagens em tempo real de órgãos, tecidos e fluxo sanguíneo do corpo.

O ultrassom pode ser útil para determinar se uma massa na vesícula é sólida ou preenchida com líquido (cisto). Os padrões de eco produzidos pela maioria dos tumores de vesícula tem aparência diferente dos de tecido normal.

Muitas vezes a ultrassonografia é utilizada para guiar precisamente o posicionamento de uma agulha de biópsia em uma área suspeita de câncer.

  • Ecografia (Ultrassonografia) Endoscópica ou Laparoscópica

Nesta técnica, um pequeno transdutor é colocado na ponta do endoscópio. Este endoscópio é introduzido no interior do corpo e posicionado sobre a parede da vesícula, permitindo que o médico visualize as camadas da parede da vesícula, bem como os gânglios linfáticos e outras estruturas. A qualidade da imagem é melhor do que um ultrassom padrão em função da proximidade.

  • Tomografia Computadorizada

A tomografia computadorizada é uma técnica de diagnóstico por imagem que utiliza a radiação X para visualizar pequenas fatias de regiões do corpo, por meio da rotação do tubo emissor de Raios X ao redor do paciente. O equipamento possui uma mesa de exames onde o paciente fica deitado para a realização do exame. Esta mesa desliza para o interior do equipamento, que é aberto, não gerando a sensação de claustrofobia.

Alguns exames de tomografia são realizados em duas etapas: sem e com contraste. A administração intravenosa de contraste deve ser realizada quando se deseja delinear melhor as estruturas do corpo, tornando o diagnóstico mais preciso.

Muitas vezes a tomografia computadorizada é utilizada para guiar precisamente o posicionamento de uma agulha de biópsia em uma área suspeita de câncer.

  • Ressonância Magnética

A ressonância magnética é um método de diagnóstico por imagem, que utiliza ondas eletromagnéticas para a formação das imagens. A ressonância magnética produz imagens que permitem determinar o tamanho e a localização do câncer de vesícula, bem como a presença de metástases.

Assim como na tomografia, também pode ser usado um contraste via intravenosa para a obtenção de maiores detalhes do corpo.

  • Colangiografia

A colangiografia é um exame de imagem que avalia especificamente as condições dos ductos biliares. Existem vários tipos de colangiografia:

Colangiopancreatografia por Ressonância Magnética. Esta é uma forma não invasiva para fazer imagens dos ductos biliares usando ressonância magnética. Esta técnica não requer infusão intravenosa de contraste e não é invasiva, ao contrário de outros tipos de colangiografia.

Colangiopancreatografia Endoscópica Retrógrada. Neste procedimento, um endoscópio, tubo longo e flexível, é inserido pela garganta do paciente, através do esôfago e do estômago até o duodeno. Através do aparelho  é injetado um contraste para demarcar o ducto biliar e o ducto pancreático nas imagens de raios X. Nessas imagens é possível visualizar qualquer alteração como um estreitamento ou bloqueio nos dutos. Este exame é mais invasivo que o anterior, mas tem a vantagem de que o médico pode retirar amostras de células ou fluídos para análise.

Colangiografia Transhepática Percutânea. Neste procedimento, é inserida uma agulha fina através da pele do abdome até o duto biliar no fígado. Este procedimento é realizado com anestesia local. É um exame realizado com contraste para a realização de radiografias do ducto biliar. Assim, como na colangiopancreatografia endoscópica retrógrada, neste procedimento também podem ser retiradas amostras de fluídos ou tecidos para análise.

Fonte: American Cancer Society (05/02/2016)


Este conteúdo ajudou você?

Sim Não


A informação contida neste portal está disponível com objetivo estritamente educacional. Em hipótese alguma pretende substituir a consulta médica, a realização de exames e ou, o tratamento médico. Em caso de dúvidas fale com seu médico, ele poderá esclarecer todas as suas perguntas. O acesso a Informação é um direito seu: Fique informado.

O conteúdo editorial do Portal Oncoguia não apresenta nenhuma relação comercial com os patrocinadores do Portal, assim como com a publicidade veiculada no site.

© 2003 - 2019 Instituto Oncoguia . Todos direitos reservados
Desenvolvido por Lookmysite Interactive