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Exames de Imagem para Diagnóstico do Câncer de Pâncreas

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 26/09/2015 - Data de atualização: 20/08/2019


Os exames de imagem ajudam a localizar a lesão e são extremamente úteis para determinar a extensão da doença o que se denomina estadiamento do câncer de pâncreas:

  • Tomografia computadorizada

A tomografia computadorizada é uma técnica de diagnóstico por imagem que utiliza a radiação X para visualizar pequenas fatias de regiões do corpo, por meio da rotação do tubo emissor de raios X ao redor do paciente. O equipamento possui uma mesa de exames onde o paciente fica deitado para a realização do exame. Esta mesa desliza para o interior do equipamento, que é aberto, não gerando a sensação de claustrofobia.

A tomografia computadorizada é frequentemente usada para o diagnóstico do câncer de pâncreas, porque podem mostrar o pâncreas com bastante clareza. Também ajudar a mostrar se a doença se disseminou para os linfonodos ou outros órgãos. A tomografia computadorizada pode determinar se a cirurgia pode ser uma boa opção de tratamento.

Alguns exames de tomografia são realizados em duas etapas: sem e com contraste. A administração intravenosa de contraste deve ser realizada quando se deseja delinear melhor as estruturas do corpo, tornando o diagnóstico mais preciso.

Muitas vezes a tomografia computadorizada é utilizada para guiar precisamente o posicionamento de uma agulha de biópsia em uma área suspeita de câncer.

  • Ressonância magnética

A ressonância magnética é um método de diagnóstico por imagem, que utiliza ondas eletromagnéticas para a formação das imagens. A ressonância magnética produz imagens que permitem determinar o tamanho e a localização de um tumor de pâncreas, bem como a presença de metástases. A maioria dos médicos prefere visualizar o pâncreas com tomografia computadorizada, mas a ressonância magnética também pode ser feita.

Os tipos de ressonância magnética que podem ser usados ​​em pacientes com câncer de pâncreas ou em alto risco são a colangiopancreatografia, que pode ser usada para examinar os ductos pancreáticos e biliares; e, a angiografia, que examina os vasos sanguíneos.

  • Ultrassom

Ao contrário da maioria dos exames de diagnóstico por imagem, a ultrassonografia é uma técnica que não emprega radiação ionizante para a formação da imagem. Ela utiliza ondas sonoras de frequência acima do limite audível para o ser humano, que produzem imagens em tempo real de órgãos, tecidos e fluxo sanguíneo do corpo. Os dois tipos mais usados ​​para câncer de pâncreas são:

Ultrassom abdominal. Se não estiver claro o que pode estar provocando os sintomas abdominais, esse pode ser o primeiro exame a ser feito por ser fácil de ser realizado e não expor o paciente às radiações. Mas se os sinais e sintomas forem propensos ao ​​ câncer de pâncreas, a tomografia computadorizada é o exame indicado.

Ultrassom endoscópico. A ultrassonografia endoscópica é mais precisa que o ultrassom abdominal e é provavelmente a melhor maneira de diagnosticar o câncer de pâncreas. Esse exame é realizado com uma sonda de ultrassom junto com o endoscópio para visualizar o interior do trato intestinal e obter amostras de biópsia de um tumor.

  • Colangiopancreatografia

A colangiopancreatografia é um exame de imagem que avalia se existem anormalidades (bloqueio, estreitamento ou dilatação) nos ductos pancreáticos e biliares. Também mostram se o bloqueio no ducto é devido a um tumor no pâncreas.

Colangiopancreatografia endoscópica retrógrada. Nesse procedimento é utilizado um endoscópio que é introduzido pela boca até a primeira parte do intestino delgado. Uma pequena quantidade de contraste é injetada no ducto biliar e as radiografias são realizadas. As imagens obtidas podem mostrar qualquer estreitamento ou bloqueio causado pela doença. Durante esse exame, se necessário é realizada uma biópsia para remover material de áreas suspeitas. Esse procedimento é geralmente realizado com o paciente sob anestesia.

Colangiopancreatografia por ressonância magnética. É uma forma não invasiva para avaliar os ductos pancreáticos e biliares usando a ressonância magnética padrão. Este exame não requer infusão de contraste.

Colangiografia trans-hepática percutânea. Nesse procedimento, o contraste é injetado por agulha direto num canal biliar no fígado. Essa abordagem pode ser utilizada para coletar amostras de tecido ou líquido ou para colocar um stent num conduto para mantê-lo aberto.

  • Tomografia por emissão de pósitrons

A tomografia por emissão de pósitrons mede variações nos processos bioquímicos, quando alterados por uma doença, e que ocorrem antes que os sinais visíveis da mesma estejam presentes em imagens de tomografia computadorizada ou ressonância magnética. O PETscan é uma combinação de medicina nuclear e análise bioquímica, que permite uma visualização da fisiologia humana por detecção eletrônica de radiofármacos emissores de pósitrons de meia-vida curta.

O PETscan é usado, às vezes, para diagnosticar a disseminação do câncer de pâncreas exócrino.

PET/CT. Equipamentos especiais podem fazer um scan PET e CT simultaneamente. Isso permite a comparação de áreas de maior radioatividade na PET com a aparência mais detalhada da área na tomografia computadorizada. Esse exame permite determinar o estadiamento da doença, podendo ser especialmente útil no diagnóstico da doença disseminada e não seria tratável por cirurgia.

  • Angiografia

Este é um procedimento que utiliza raios X para visualizar os vasos sanguíneos. Nesse exame é injetado um contraste para delinear os vasos sanguíneos, em seguida, são realizadas as radiografias.

A angiografia pode mostrar se o fluxo de sangue numa determinada área está bloqueada ou sendo comprimida pelo tumor, ou a presença de vasos sanguíneos anormais. Esse exame é útil para diagnosticar a presença de tumores que possam ter se desenvolvido nas paredes dos vasos sanguíneos.

Fonte: American Cancer Society (11/02/2019)



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