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Exames de imagem para diagnóstico do Câncer Colorretal

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 17/03/2015 - Data de atualização: 25/02/2019


Os exames de imagem que ajudam a localizar a lesão são extremamente úteis para determinar a extensão da doença, o que se denomina estadiamento do câncer colorretal, são:

  • Tomografia computadorizada

A tomografia computadorizada é uma técnica de diagnóstico por imagem que utiliza a radiação X para visualizar pequenas fatias de regiões do corpo, por meio da rotação do tubo emissor de raios X ao redor do paciente. O equipamento possui uma mesa de exames onde o paciente fica deitado para a realização do exame. Esta mesa desliza para o interior do equipamento, que é aberto, não gerando a sensação de claustrofobia.

Alguns exames de tomografia são realizados em duas etapas: sem e com contraste. A administração intravenosa de contraste deve ser realizada quando se deseja delinear melhor as estruturas do corpo, tornando o diagnóstico mais preciso.

A tomografia é realizada para saber se o câncer colorretal se disseminou para o fígado ou outros órgãos.

  • Ultrassom

Ao contrário da maioria dos exames de diagnóstico por imagem, a ultrassonografia é uma técnica que não emprega radiação ionizante para a formação da imagem. Ela utiliza ondas sonoras de frequência acima do limite audível para o ser humano, que produzem imagens em tempo real de órgãos, tecidos e fluxo sanguíneo do corpo.

Existem diversos tipos de exames de ultrassom:

  1. Ultrassom abdominal. Pode ser usado para diagnosticar tumores no fígado, vesícula biliar, pâncreas ou em outros locais do abdome.
  2. Ultrassom endorretal. Permite avaliar se a doença se disseminou para órgãos ou tecidos adjacentes, como os gânglios linfáticos.
  3. Ultrassom intraoperatório. É realizado durante a cirurgia, para detectar disseminação da doença para o fígado.
  • Ressonância magnética

A ressonância magnética é um método de diagnóstico por imagem, que utiliza ondas eletromagnéticas para a formação das imagens. A ressonância magnética produz imagens que permitem determinar o tamanho e a localização de um tumor de cólon, bem como a presença de metástases.

A ressonância magnética pode ser usada para examinar áreas anormais disseminadas pela doença no fígado, cérebro e medula espinhal.

Ressonância endorretal. Os exames de ressonância magnética podem ser usados em pacientes com câncer de reto para verificar se o tumor se espalhou para estruturas próximas. Isso permite planejar cirurgias e outros tratamentos. Para melhorar a precisão do teste, alguns médicos usam ressonância magnética endorretal. Durante a realização desse exame é utilizada uma sonda (bobina endorretal) no reto, o que pode ser desconfortável.

  • Radiografia de tórax

O exame de raios X é um procedimento de imagem para avaliar o corpo humano, que cria uma imagem das estruturas internas do corpo, utilizando uma pequena quantidade de radiação.

A radiografia de tórax é utilizada para detectar a presença de alguma imagem suspeita de tumor em algum dos pulmões, por exemplo, metástases.

  • Tomografia por emissão de pósitrons

A tomografia por emissão de pósitrons mede variações nos processos bioquímicos, quando alterados por uma doença, e que ocorrem antes que os sinais visíveis da mesma estejam presentes em imagens de tomografia computadorizada ou ressonância magnética. O PET scan é uma combinação de medicina nuclear e análise bioquímica, que permite uma visualização da fisiologia humana por detecção eletrônica de radiofármacos emissores de pósitrons de meia-vida curta.

Os radiofármacos, ou moléculas marcadas por um isótopo radioativo, são administrados ao paciente, por via venosa, antes da realização do exame. Como as células cancerígenas se reproduzem muito rapidamente, e consomem muita energia para se reproduzirem e se manterem em atividade, o exame aproveita essa propriedade. Moléculas de glicose, que são energia pura, são marcadas por um radioisótopo e injetadas nos pacientes. Como as células de tumores são ávidas da energia proveniente da glicose, esta vai concentrar-se nas células cancerígenas, onde o metabolismo celular é mais intenso. Alguns minutos depois da ingestão da glicose é possível fazer um mapeamento do organismo, produzindo imagens do interior do corpo.

O PET scan permite diagnosticar se o câncer se disseminou para os linfonodos ou outras estruturas e órgãos do corpo.

  • Angiografia

Este é um procedimento que utiliza raios X para visualizar os vasos sanguíneos. Para a realização deste exame é injetado um contraste para delinear os mesmos, em seguida, são realizadas as radiografias.

Se a doença se disseminou para o fígado, a angiografia mostra as artérias que fornecem sangue para os tumores. Isso pode ajudar o cirurgião a decidir se os tumores do fígado podem ser retirados e, em caso afirmativo, ajudam no planejamento da cirurgia. A angiografia também ajuda no planejamento de outros tratamentos para a disseminação da doença no fígado, como a embolização.

Fonte: American Cancer Society (10/08/2018)



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