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Exames da Medula Óssea para Síndrome Mielodisplásica

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 26/01/2014 - Data de atualização: 28/10/2017


As amostras são obtidas a partir da biópsia e aspiração da medula óssea, que são dois exames realizados ao mesmo tempo. São geralmente coletadas no osso da pelve, embora em alguns casos, possa do esterno ou outros ossos. Se apenas uma aspiração for feita, a amostra pode ser retirada do esterno. A biópsia da medula óssea é geralmente feita logo após a aspiração, com a retirada de uma amostra do osso com uma agulha.

A amostra é enviada a um laboratório para análise por um patologista, médico especializado na interpretação de exames laboratoriais e avaliação de células, tecidos e órgãos para diagnosticar a doença. Se células cancerosas estão presentes, o patologista determinará o tipo da síndrome mielodisplásica a que corresponde.

Os diferentes tipos de exames realizados nas amostras da medula óssea para diagnosticar a síndrome mielodisplásica são:

  • Imunocitoquímica. A amostra da medula óssea é tratada com anticorpos especiais que alteram a cor de determinados tipos de células permitindo distinguir os diferentes tipos da síndrome mielodisplásica ou leucemia de outras doenças.

  • Citometria de Fluxo. Esta técnica é útil para diagnosticar e classificar o tipo da síndrome mielodisplásica. Uma amostra da medula óssea é tratada com anticorpos especiais e exposta a um feixe de laser, de modo que cada anticorpo adere apenas em determinados tipos de células. Se a amostra contém essas células, o laser fará com que elas emitam luz. Um instrumento detecta a luz e um computador conta as células.

  • Citogenética. Cromossomos anormais são comuns na síndrome mielodisplásica. As células da síndrome mielodisplásica também podem ter cópias extras de todo ou parte de alguns cromossomos. Translocações cromossômicas podem também ser vistas. O exame de citogenética pode levar várias semanas para ficar pronto, porque as células da medula óssea precisam de tempo para crescer em laboratório antes de seus cromossomos possam ser vistos sob o microscópio. Os resultados do exame citogenético são escritos em uma forma abreviada que descreve as alterações cromossômicas estão presentes. Por exemplo:
  1. Um sinal de menos (-) ou a abreviatura "del" é usada para significar uma eliminação. Por exemplo, se uma cópia do cromossomo 7 está faltando, pode ser escrita como -7 ou del (7). Em alguns casos apenas uma parte do cromossomo é perdida. Existem duas partes de um cromossomo, chamadas de p e q. Assim, a parte perdida é chamada cromossomo 5q é escrita 5q- ou del(5q).
  2. Um sinal positivo é usado quando há uma cópia extra de todos ou parte de um cromossomo.
  3. A letra t é usada para indicar uma translocação
    Alterações cromossômicas comumente observadas na síndrome mielodisplásica incluem deleções nos cromossomos 5 e 7 ou um cromossomo extra 8.

  • Biologia Molecular. Este exame pode encontrar anomalias genéticas e cromossômicas. Um exemplo é a hibridação fluorescente in situ (FISH). Uma vantagem dessa técnica é não exigir uma divisão ativa das células, o que permite que o exame seja realizado um pouco mais rápido do que o citogenético. Este exame não é necessário para o diagnóstico da maioria dos casos de síndrome mielodisplásica, mas pode ser útil na determinação do prognóstico de um paciente.

Fonte: American Cancer Society (02/07/2015)


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