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Estudo revela como hábitos pouco saudáveis aumentam o risco de câncer de mama

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 08/10/2019 - Data de atualização: 08/10/2019


O Instituto Nacional do Câncer divulgou, nesta segunda-feira (7), um estudo sobre como hábitos pouco saudáveis aumentam o risco de câncer de mama.

O sorriso da Tânia voltou, mas ainda têm lágrimas quando o assunto é câncer de mama. “Eu me emociono quando eu falo, apesar de estar curada, graças a Deus, mas, assim, quando você descobre é muito difícil, é muito difícil. 90% das mulheres quando descobrem a primeira coisa que a gente acha é que vai morrer”, conta a economista Tânia Maria Lima Resende.

O câncer de mama ainda é o que mais mata mulheres no país, apesar da taxa de mortalidade ter baixado. Um estudo do Inca, apresentado nesta segunda (7), revela que a incidência da doença ainda é uma das mais altas do mundo. Um dos motivos é a desigualdade entre as regiões, no acesso ao diagnóstico e ao tratamento.

“Em termos de Brasil, a Região Norte precisa muito de uma atenção especial, ela está diferente das outras regiões de uma forma significativa”, destaca Liz Maria de Almeida, gerente de Pesquisa Populacional do INCA.

“Ainda existe uma distância um pouco maior do que nós gostaríamos entre você ter a suspeita do câncer e chegar na ponta de tratamento”, diz Marcelo Bello, diretor do Hospital do Câncer III.

A diferença entre as classes sociais também tem impacto no avanço do câncer de mama. “Quanto menor o nível de escolaridade da população, maior a mortalidade. Ou seja, isso envolve também o conhecimento sobre o próprio corpo, a adoção de hábitos de vida saudáveis e o próprio acesso ao sistema de saúde”, afirma Ana Cristina Pinho, diretora-geral do INCA.

Envelhecimento, histórico familiar da doença, mutações genéticas herdadas. Essas são algumas causas do câncer de mama que não têm como evitar. Mas existem outros fatores de risco que as mulheres podem alterar e que ajudam o corpo a reagir contra a doença.

Muitos riscos estão relacionados ao estilo de vida: excesso de peso, a ingestão exagerada de bebida alcoólica, a dieta não saudável e, principalmente, o sedentarismo.

A Tânia sentiu a mudança. De sedentária passou a super medalhista como corredora: “Não espera ficar doente para se cuidar. A gente pode ter uma vida após o câncer, que algumas mulheres não acreditam. Acham que é o final da linha. Não é, de jeito nenhum”.

Fonte: G1 

As opiniões contidas nas matérias divulgadas refletem unicamente a opinião do veículo, não caracterizando endosso, recomendação ou favorecimento por parte do Instituto Oncoguia.



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