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Estudo do CNPEM cria método para prever evolução do câncer de boca com uso da saliva

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 25/09/2018 - Data de atualização: 25/09/2018


Um estudo do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), com sede em Campinas (SP), desenvolveu um método de avaliar a gravidade do câncer de boca por meio da saliva. De acordo com pesquisadores, as amostras dão o prognóstico de evolução da doença e permitem novos rumos de tratamento para os oncologistas.

A pesquisa, que demorou cinco anos para ser concluída, foi feita pelo Laboratório Nacional de Biociências do CNPEM em parceria com a USP, Unicamp e Instituto de Câncer do estado.

Na primeira etapa, foram testados 20 pacientes com estudo de biopsia e, depois, mais 800 amostras com a saliva. Os pesquisadores conseguiram identificar, por meio de equipamentos de última geração, uma combinação de proteínas que apareceram nos exames de pessoas com a doença.

"Selecionamos as proteínas que estavam associadas com o prognóstico. Essas proteínas antecipam a progressão da doença", disse a coordenadora do projeto Adriana Paes Leme.

"Então, o conhecimento dessas proteínas pode ajudar os oncologistas nas decisões clínicas e, com isso, guiar para o tratamento mais adequado, de modo a diminuir as taxas de recorrência e as metástases linfonodais", explica.

O câncer de boca é um dos mais agressivos. A cada ano, 300 mil pessoas são diagnosticadas em todo o planeta, e as mortes chegam a 145 mil, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

Ainda segundo os pesquisadores do CNPEM - que abriga o projeto Sirius, o laboratório de luz síncroton de 4ª geração -, o próximo passo do estudo é desenvolver um kit com um sensor, para ser usado no Sistema Único de Saúde (SUS) e dar o resultado do exame de saliva na hora.

Para o professor de odontologia da Unicamp, Alan Santos Silva, o método permite a prevenção secundária do câncer de boca.

"Dali para a frente, o paciente será direcionado para a confirmação do diagnóstico por meio de uma biopsia e para um tratamento, possivelmente, em um cenário mais precoce", explicou o especialista.

Fonte: G1 Campinas e Região

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