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Estou deprimido ou não?

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 05/04/2012 - Data de atualização: 05/04/2012


Depressão é uma desordem psiquiátrica muito mais frequente do que se imagina. Estudos mostram que de 10% a 25% das pessoas que procuram os clínicos gerais apresentam sintomas dessa enfermidade.

Entre os fatores de risco para a depressão estão descritos os seguintes itens:
  • História familiar de depressão.
  • Sexo feminino.
  • Idade avançada.
  • Episódios anteriores de depressão.
  • Parto recente.
  • Acontecimentos estressantes.
  • Dependência de droga.

Sim, o câncer é um acontecimento estressante e você pode realmente estar com depressão.

Converse com o seu médico ou procure um psiquiatra.

O psiquiatra fará uma avaliação do seu quadro físico e psicológico e poderá lhe dizer se você está ou não deprimido. Se você estiver, ele lhe prescreverá um medicamento antidepressivo e pode sugerir que você faça também um acompanhamento psicológico.

Entre os pacientes com câncer pode acontecer uma sobreposição de sintomas e uma possível depressão pode não ser detectada. Ou seja, você pode estar mais quieto, com muita fadiga e com algumas alterações cognitivas relacionadas aos efeitos colaterais do tratamento ou da própria doença.

Para caracterizar o diagnóstico de depressão, foi criada a tabela abaixo. Nela, cinco ou mais, dos sintomas relacionados devem estar presentes. Dentre eles, um é obrigatório: estado deprimido ou falta de motivação para as tarefas diárias, há pelo menos duas semanas.

Critérios para diagnóstico de depressão
(Segundo o DSM-IV, Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders, 4ª edição)

  • Estado deprimido: sentir-se deprimido a maior parte do tempo.
  • Anedônia: interesse diminuído ou perda de prazer para realizar as atividades de rotina.
  • Sensação de inutilidade ou culpa excessiva.
  • Dificuldade de concentração: habilidade frequentemente diminuída para pensar e concentrar.
  • Fadiga ou perda de energia.
  • Distúrbios do sono: insônia ou hipersônia praticamente diárias.
  • Problemas psicomotores: agitação ou retardo psicomotor.
  • Perda ou ganho significativo de peso, na ausência de regime alimentar.
  • Idéias recorrentes de morte ou suicídio.

Como você pode ver, os sintomas são muito parecidos com os efeitos colaterais da quimioterapia e radioterapia e também com as reações emocionais esperadas diante do diagnóstico de um câncer.

Buscando Ajuda

Você ainda possui dúvidas? Não se preocupe, aqui estão algumas orientações:

  • Converse com o seu médico sobre depressão. Ele saberá orientar a respeito desse problema.
  • Peça ao seu médico a indicação de um especialista (psiquiatra). Ele poderá decidir se você está precisando de um medicamento ou não neste momento.
  • Peça a ajuda da sua família, eles são fundamentais no seu tratamento.
  • Informe-se sobre o problema. Você verá o quanto ele é comum.
  • Lembre-se que o acompanhamento psicológico é fundamental.


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