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Embolização para Câncer de Fígado

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 04/10/2015 - Data de atualização: 14/07/2020


A embolização é a injeção de elementos ou substâncias com intuito de bloquear ou diminuir o fluxo de sangue que chega às células cancerígenas no fígado.

A embolização é uma opção para pacientes cujos tumores não podem ser removidos cirurgicamente. Ela pode ser usada para tumores grandes (geralmente maiores do que 5 cm de diâmetro) e que não podem ser tratados por ablação. A embolização reduz parcialmente o abastecimento de sangue para o tecido hepático normal, por isso não é uma boa opção para alguns pacientes cujo fígado está afetado por doenças como hepatite ou cirrose.

Esse tipo de tratamento geralmente não requer internação hospitalar.

Os tipos de embolização utilizados são:

Embolização transarterial. Nesse procedimento um cateter é inserido por uma artéria através de um pequeno corte na parte interna da coxa (região inguinal) até chegar à artéria hepática. Geralmente, um corante é injetado na corrente sanguínea para monitorar o percurso do cateter. Quando o cateter está no local específico previamente mapeado e planejado, pequenas esferas são injetadas na artéria para obstruí-la, bloqueando assim o oxigênio e os principais nutrientes que chegam ao tumor.

Quimioembolização transarterial (TACE). Essa técnica é a primeira a ser usada para o câncer de fígado que não pode ser tratado cirurgicamente ou por ablação. Ela combina embolização com quimioterapia. Na maioria das vezes, a quimioterapia é feita através do cateter diretamente na artéria, de forma que possa permanecer próxima ao tumor.

Quimioembolização de esferas farmacológicas (DEB-TACE). Essa técnica combina a embolização TACE com esferas farmacológicas (pequenas esferas que contêm um medicamento quimioterápico). O procedimento é essencialmente o mesmo que a TACE, exceto que a artéria é bloqueada após a injeção das esferas farmacológicas. Como a quimioterapia é injetada próxima ao tumor e as esferas farmacológicas liberam lentamente a quimioterapia é mais provável que as células cancerígenas sejam destruídas e morram. Os quimioterápicos mais comumente usados ​​na TACE ou na DEB-TACE são mitomicina C, cisplatina e doxorrubicina.

Radioembolização. Essa técnica combina embolização e radioterapia e consiste em injetar microesferas radioativas na artéria hepática. As microesferas de ítrio 90 (Y-90) são introduzidas e se alojam nos vasos sanguíneos próximos ao tumor, emitindo radiação à lesão. A radioembolização está indicada para o tratamento de tumores que não podem ser ressecados por cirurgia, esses tumores podem ser originários do fígado (câncer primário de fígado) ou de outras partes do corpo (metástases). Em alguns pacientes, o tratamento pode fazer com que o tumor no fígado diminua de tamanho para permitir sua remoção por cirurgia. A radioembolização permite que a radiação, normalmente usada para tratar o câncer, chegue diretamente aos tumores do fígado por meio da irrigação vascular que os alimenta. Desta forma, a exposição do tecido saudável do fígado às microesferas é minimizada. O paciente recebe alta no mesmo dia ou passa a noite no hospital em observação. A maioria dos pacientes pode retomar suas atividades normais 2 ou 3 dias após o tratamento. Dados clínicos mostram que a radioembolização aumenta a qualidade e expectativa de vida do paciente.

Possíveis efeitos colaterais

Os possíveis efeitos colaterais após embolização para câncer de fígado incluem dor abdominal, febre, náuseas, infecção no fígado e formação de coágulos sanguíneos nos principais vasos hepáticos.

Texto originalmente publicado no site da American Cancer Society, em 01/04/2019, livremente traduzido e adaptado pela Equipe do Instituto Oncoguia.



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